Eram pouco mais de seis da manhã quando Carlos e Bruno chegaram à casa dos Serra.
Dinara e seu irmão já estavam lá.
Ao ver Carlos e Bruno, Diaz correu até eles com entusiasmo e fez uma reverência profunda, exclamando animadamente,
"Meu irmão disse que vocês vão ajudar a construir uma escola e uma biblioteca para o nosso vilarejo, e ainda vão encontrar professores para nós. Ano que vem, não vou precisar estudar fora! Muito obrigado!"
Carlos respondeu com um tom amável, "Não há de quê."
Bruno, sorrindo, bagunçou o cabelo do garoto,
"Estude com dedicação. Seu pai e seu irmão estão certos, o conhecimento pode mudar seu destino."
"Sim! Vou me esforçar!"
Dinara também se aproximou para expressar sua gratidão a Carlos, que respondeu educadamente,
"Se tiverem mais ideias, falem com o Bruno. Faremos o possível para ajudar."
Dinara sentiu-se profundamente tocada e agradeceu repetidamente.
No dia anterior, ele ainda estava cético em relação ao que Bruno havia dito, mas para sua surpresa, antes mesmo do amanhecer, o chefe da aldeia veio até ele dizendo,
"Dinara, boas notícias! Alguém doou dinheiro para construir escolas e bibliotecas em todas as aldeias e melhorar as instalações do hospital."
"E também disseram que vão resolver o problema dos professores, para que as crianças não precisem mais estudar fora no próximo ano!"
"Na cidade, disseram que quem doou o dinheiro é de fora, uma verdadeira boa pessoa! Ouvi dizer que você teve contato com eles, você precisa agradecer muito em nosso nome!"
Dinara imediatamente soube que era Bruno cumprindo sua promessa de ontem.
A pouca desconfiança que ele tinha de Bruno e Carlos desapareceu, restando apenas gratidão.
Carlos e Diaz foram procurar por Serra, enquanto Dinara se dirigiu a Bruno,
"Ainda falta um tempo para a chamada de vídeo com o Ledo, vou te levar a um lugar."
Bruno, claro, aceitou, subiu no cavalo de Dinara e seguiu com ele.
Dinara o alertou, "Segure-se firme, estamos com o tempo apertado, vou acelerar um pouco!"
Bruno rapidamente disse,
"Não precisa se apressar tanto, podemos ajustar o horário."
Bruno abriu os olhos, ofegante de medo, "..."
Dinara não pôde deixar de comentar:
"Você não é aquele que corre de carros? Por que está tão assustado?"
Bruno tentou se recompor,
"Não é medo, mas uma vez mordido por uma cobra, dez anos com medo de corda. Quando era pequeno, fui chutado por um cavalo, então tenho medo de cavalos."
Dinara: "..."
Bruno perguntou, "Ainda falta muito?"
Dinara respondeu, "Depois de atravessar aquele morro, chegaremos lá, segure-se bem."
Desta vez, sem precisar de lembrete, Bruno segurou firmemente o que deveria segurar, sem abraçar Dinara.
Dinara guiou-o, cavalgando por cima do morro.
Ao chegar, Bruno ficou completamente espantado!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...