Querida concordou:
— Com certeza! Sou a nêmesis desses insetos. Podem confiar em mim, mas como eles não estarão ao meu lado, tenho medo de algo ruim acontecer com eles.
Valdeci Henrique acenou:
— Tá bom, eu vou falar com eles.
Querida acrescentou:
— Na verdade, você também não precisa vir. Eu e o Dante conseguimos sozinhos.
Valdeci retrucou prontamente:
— Vou com vocês.
A guarda dele estava altíssima quanto a Dante, nunca o deixaria a sós com a Querida.
Depois das ordens de Valdeci Henrique, os guarda-costas aguardaram na base da montanha. Valdeci e Querida partiram em direção à metade do caminho da montanha.
A carroça subiu aos trancos por meia hora, Querida desceu para olhar e disse a Valdeci e a Dante:
— A carroça não passa mais daqui. Vamos ter que ir caminhando o resto do trajeto.
Valdeci Henrique e Dante não faziam ideia do destino final, e Dante perguntou:
— Pra onde a gente tá indo?
Querida disse:
— Quando chegar lá, você vai ver.
Dante persistiu:
— Você sabe o caminho?
Querida assentiu:
— Sei. A gente desce por aqui, atravessa um vale, e logo após ele, encontraremos o nosso destino.
Dante interrogou:
— Você conhece bem o local?
Querida sacudiu a cabeça:
— Não, mas dei uma olhada no mapa daqui e gravei o trajeto na memória.
Dante:
— ...
Valdeci sabia da capacidade de memória fotográfica de Querida, então não se preocupou em desvios do caminho. Ele tomou a frente e disse:
— Eu vou liderar o caminho e vocês me seguem.
Valdeci direcionou os olhos ao cocheiro:
— Fica na retaguarda.
O cocheiro disse:
— Melhor eu ir na frente. Tem muitas criaturas venenosas lá e podemos ser picados num descuido.
Valdeci disse:
— Não precisa.
Ele deu um passo à frente quando Querida o puxou. Ela sacou um pequeno vidro do bolso e jogou no ar o seu conteúdo sobre Valdeci Henrique.
— Se você pulverizar um pouco disso, nenhum inseto maldito vai se aproximar.
A curiosidade do Dante atiçou:
— O que é isso?
Querida disse rindo:
— Disso aqui o Valdeci já manja.
Valdeci Henrique, olhando o frasco na mão dela, rapidamente mergulhou em memórias da época na montanha.
Enquanto ela andava pelas montanhas, ele a acompanhava.
Ela adorava buscar novas pragas. E ele sempre lá com ela, de início levava muitas picadas, e de repente, ela apareceu toda eufórica exibindo uma poção pra ele:
— Valdeci, adivinha o que é isso aqui?
Ele respondeu:
— Mais um de seus venenos?
Querida sorriu:
— É veneno sim, mas não se assusta. Isso aqui não é pra agredir humanos, e sim pra proteger. Essa poção só é eficiente contra essas pragas daqui; é só você jogar ela pelo seu corpo e pode ter certeza que ninguém mais vai querer chegar perto de você.
— E as vezes que o Valdeci não se ferrou na minha mão?! Inventei isso pra aplacar minha culpa com o que ele sentia ao me seguir pra todo lado atrás dos insetinhos peçonhentos e voltar sempre com as marcas pelo corpo... O Valdeci apanhou bastante nessa brincadeira.
O homem a cavalo falou contente:
— Mas tu és um docinho de menina, e ele fica contente de estar fazendo o teu gosto! Apanha todo lascado na alegria.
Ele olhou de soslaio para Valdeci Henrique:
— Não é, senhor?
Querida e Dante olharam pra ele juntos em concordância e Valdeci avermelhou o rosto por conta do estranho constrangimento.
Depois de um tempo os lábios dele balbuciaram algo e ele emendou:
— Vamos logo.
Ele foi em frente sem dar o braço a torcer ou esperar a resposta dos outros, pisando o chão a frente.
Querida não capturou nenhuma sutileza, indo logo atrás.
O charreteiro estava fechando os rastros atrás rindo.
Dante vislumbrou a movimentação entre todos, percebendo uma aura suspeita a respeito do condutor da charrete.
Com Querida guiando todos, enfim avistaram a localização relatada no passado no encontro entre Isadora Marques e a velha Sra. Olga.
Ao percurso as pragas de extremo risco toxicológico sequer conseguiam ficar presentes próximo aos três e evadiam.
Sendo que aqueles repousando a esmo nas folhas espessas logo fugiram a tempo através do aviso emitido por Dante.
Querida investigou os quatros cantos, todavia não detectou o esconderijo descrito de forma alguma.
Ela fechou o cenho:
— Deve ser aqui, alguém definitivamente sabotou as bordas do buraco.
Valdeci Henrique levantou a voz:
— Temos que achar a caverna?
Querida ratificou o gesto:
— Exato, o meu tesouro tá escondido numa fenda no interior e juntos precisaremos buscar essa passagem.
No momento que a voz dela terminou o raciocínio de som de boca, Dante apontou com o dedo indicador:
— Nem se preocupem em buscar mais, tá tudo ali.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....