Os detalhes exatos da entrada seriam anunciados para as partes envolvidas somente após as transações serem concluídas.
Desta vez, Tainá havia adiado a entrada de propósito em um dia, exatamente para dar aos seus subordinados o máximo de tempo possível para juntarem dinheiro.
Antes, ela não pegava uma parte dos lucros, pois o tempo estava sempre muito apertado devido ao seu medo de que o segredo vazasse.
Desta vez seria diferente: primeiro, porque a informação não havia se tornado pública, e segundo, porque ela poderia lucrar com isso.
Não se deve subestimar a taxa de comissão de 2%: um milhão renderia vinte mil; cem milhões renderiam dois milhões. E quanto a um bilhão?
Se fizesse tudo direitinho e operasse bem, já daria para cobrir as despesas da empresa de tecnologia por um bom tempo.
Depois que a mensagem foi enviada, em menos de meia hora, Lúcio foi o primeiro a transferir um bilhão; logo em seguida, o Mestre transferiu outro bilhão, e Carlos Xavier enviou quinhentos milhões.
Tainá, ...
Isso, de certa forma, demonstrava a confiança deles nela.
Ela sentiu instantaneamente que, no fundo, era muito sortuda; cercada por tantos milionários, se um dia ficasse sem dinheiro, pelo menos conseguir um empréstimo seria muito fácil.
Do lado de Ciro Medeiros e dos outros, os fundos continuavam a jorrar incessantemente para a conta.
Tainá pensou que até poderia desenvolver um negócio na área financeira. Com sua atual credibilidade e influência, se ela decidisse iniciar um fundo ou algo do tipo, certamente haveria quem a seguisse.
"Vou deixar para pensar nisso depois que este assunto acabar".
Assim que os funcionários-chave das filiais viram a mensagem no grupo, começaram imediatamente a levantar fundos; eles não só tiraram as próprias economias, mas também mobilizaram parentes e amigos para pegar emprestado o máximo que conseguissem.
O Vice-Diretor Lira da empresa de entretenimento, Lira Franco, assim que chegou em casa, mandou que a namorada juntasse dinheiro.
Ou melhor, sua esposa; eles já haviam se casado durante o Festival da Primavera.
No almoço do dia seguinte, o novo assistente perguntou a ele: — Diretor Lira, nós temos coragem de investir nossas ações junto com a chefe?
Lira Franco levantou a cabeça e o olhou como se visse um idiota: — O investimento envolve riscos, e o planejamento financeiro deve ser feito com cautela, você está certo. Mas, já que não vai investir, que tal me emprestar o dinheiro? Garanto que lhe devolvo num mês.
— Para... para que você quer dinheiro emprestado?
Lauro não o emprestou dinheiro, nem o ajudou a encontrar o tal empréstimo com agiota; apenas continuou a olhá-lo, de olhos arregalados.
O Vice-Diretor Lira viu que ali não ia render nada. Terminou de comer e rapidamente saiu do restaurante.
— Diretor Lira, Diretor Lira, espere por mim, já estou quase terminando!
Lira olhou para trás: — Te esperar? Você nem vai me emprestar o dinheiro, e eu tenho que ir pegar emprestado em outro lugar.
O Vice-Diretor Lira partiu. Lauro, no entanto, não desistiu, e perguntou para o colega ao lado: — Você acha mesmo que a chefe não vai perder feio com essas ações?
— Ah, vai, todo investimento tem seus riscos. A chefe também corre o risco de perder feio. Ela não explicou isso lá no grupo?
Lauro assentiu com a cabeça; ainda era mais seguro não investir.
Ele estava na Céu Azul Entretenimento há pouco tempo e não tinha muito dinheiro; não podia se dar ao luxo de perder tudo. Tinha pais idosos e uma criança em casa para sustentar.
Lauro mal havia tomado a sua decisão quando sentiu um esbarrão no braço. Ele virou a cabeça e viu o colega do lado se aproximando e sussurrando em seu ouvido: — Já que você não vai investir, que tal me emprestar seu dinheiro por um mês? Fique tranquilo, o Diretor Lira te ofereceu cinco por cento de juros agorinha, e eu te dou seis; um lucro que você estaria jogando fora se não pegasse.

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