— Aquela confusão no dormitório da última vez teve a ver com ela.
— Entendi, obrigada.
...
A juventude e o sangue quente. Assim que ouviram que haveria outra luta e que um especialista poderia aparecer, os alunos ficaram eufóricos.
Principalmente os garotos. Eles prepararam água, refrigerantes, lanches e trouxeram cadeiras.
O Instrutor Silva chamou seu companheiro de armas, Gabriel Matos, para dar apoio.
Quando Tainá vestiu seu uniforme de combate e chegou ao campo de treinamento, um Rolls-Royce novinho em folha, de edição limitada, estacionou direto ao lado do campo.
Ela logo percebeu que Lúcio havia chegado e virou-se em direção ao carro.
— Tainá, você conhece essa pessoa?
Bia arregalou os olhos.
— Acho que foi o meu parceiro de treino que chegou.
No segundo seguinte, a janela do carro abaixou, revelando um rosto de traços bem definidos.
— Tainá.
— Lúcio, por que você veio com esse carro hoje?
Lúcio deu um leve sorriso: — Para te dar moral, claro que eu ia trazer o que há de melhor.
— Como você conseguiu entrar com o carro?
A Universidade Central normalmente não permitia a entrada de carros no campus.
— Com esse cara aqui, você acha que eu não entraria?
Lúcio se inclinou de lado, revelando o rosto deslumbrante de Mateus Valente.
— Mateus, você também veio torcer por mim.
— Na próxima vez que tiver algo bom, lembre-se de avisar o seu irmão aqui.
Esse homem guardava rancor mesmo. Só porque ela não contou o próximo passo do plano diretamente, ele ainda estava tocando no assunto?
Teria que tomar cuidado com o que falasse na frente dele na próxima vez.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão