Voltando a si, Ana e Beatriz também receberam o mesmo aviso por mensagem de texto.
Elas foram para o salão funcional, onde o corredor estava cheio de alunos que participariam de atividades, indo em direção a diferentes salas de clubes.
E em frente à sala da associação de finanças, além da palavra "Finanças", não havia nenhuma outra placa. Na grande sala de porta dupla, já havia muitas pessoas.
Eles viram as três entrarem, e o líder do grupo, Rafael, acenou com a cabeça. Carlos Xavier e os outros três também já tinham chegado, e levantaram as mãos para acenar para elas.
Naquele momento, um veterano de voz alta estava introduzindo a situação do grupo a alguns novos membros, e Tainá e as amigas também escutaram de passagem.
Até o momento, a Sociedade de Finanças ainda era um grupo composto majoritariamente por estudantes universitários, e cargos como o de vice-presidente eram ocupados por talentos de destaque de vários anos da faculdade.
Por exemplo, o líder do grupo, Rafael, havia construído um modelo sozinho e, na primeira versão, o vendeu por um preço altíssimo.
Agora, quando tinha tempo, ainda estagiava na empresa do comprador, era verdadeiramente impressionante.
Não é de se admirar que, na última vez que Tainá o convidou para ir ao Grupo Céu Azul, ele não aceitou de imediato.
Pouco tempo depois, um veterano ligeiramente mais velho, usando óculos de aro escuro e segurando um notebook, entrou.
Tainá e as amigas não o conheciam, mas os membros antigos se levantaram para cumprimentá-lo, parecendo bastante respeitosos.
Depois que todos se sentaram, Tainá perguntou a uma veterana próxima, e só então soube que ele era um pós-graduando, chamado Vitor...
Quando a maioria das pessoas chegou, o líder do grupo, Rafael, trocou algumas palavras de boas-vindas e depois entrou direto no assunto.
— Esta é a primeira atividade da Sociedade de Finanças, e quem conseguiu vir é um verdadeiro fã...

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