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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 886

Este ano, o lucro total do Grupo Céu Azul alcançou os oitenta bilhões, assumindo o primeiro lugar nacional.

Isso sem contar que, quando Tainá foi para o País M, sacou vinte bilhões do Grupo, montante que se multiplicou por cinquenta ao retornar, somando incríveis um trilhão.

Com essa fatia de capital convertida em dividendos corporativos, cerca de quinhentos e oitenta bilhões foram para o bolso de Tainá. Depois disso, Lúcio e o mestre, os outros dois grandes acionistas, embolsaram cada um cerca de cento e oitenta bilhões.

Os mais de sessenta bilhões restantes foram distribuídos entre os altos executivos das subsidiárias e os funcionários veteranos que haviam injetado as próprias economias na empresa na fase inicial.

Isso incluiu muitos executivos espertos e ousados que, na época, pediram empréstimos para reunir fundos e agora viram seu investimento multiplicar por dezenas de vezes.

Havia também o fundo de reserva da empresa e provisões para eventuais perdas.

Portanto, com aquela única tacada genial, Tainá impulsionou coletivamente todos os executivos do Grupo Céu Azul para a categoria de novos magnatas.

Obviamente, era exatamente isso o que Tainá, como chefe, mais desejava ver.

Com uma renda altíssima, os funcionários sentiam uma enorme sensação de prestígio, e a estrutura altamente competitiva do Grupo incentivava ainda mais a motivação deles: quanto mais produziam, mais lucravam.

Todas as subsidiárias do Grupo Céu Azul estavam gerando lucros absurdos, com a única exceção da divisão de Tecnologia de Rede, que ainda demandava investimentos pesados por estar pesquisando um novo sistema operacional para smartphones.

Graças aos generosos bônus de participação, pessoas como Júlio Campos, Gustavo, Vicente Guedes da rede de Hot Pot, e Tiago, o gerente da equipe de jogos, tornaram-se grandes figurões do mercado.

Como o Grupo Céu Azul não era uma empresa de capital aberto, os lucros anuais não foram divulgados oficialmente. Porém, especialistas da indústria podiam estimar o montante apenas observando de fora, o que por si só já causou um enorme rebuliço na sociedade.

Tainá também separou uma quantia colossal especificamente para recompensar os funcionários de destaque de cada empresa do Grupo.

No entanto, reunir todos para uma única festa de final de ano seria muito complicado, já que a empresa se espalhava por todo o país e abrangia os mais diversos setores.

Por isso, Tainá e Lúcio decidiram em conjunto que as celebrações de fim de ano seriam realizadas individualmente por cada subsidiária.

O problema dessa logística foi que, com a aproximação das festividades, Tainá, Lúcio e o novo presidente Júlio Campos passaram dias a fio comparecendo de festa em festa.

Não havia outra opção. A reunião de antigos colegas organizada por Luna teve que ser cancelada, e o desejo de Daniel de convidar Tainá para ser a protagonista de uma peça também foi por água abaixo.

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