Laura apoiou a toalha na cômoda antes de olhar pra ele outra vez.
— Estou bem, Nego.
Edgar parou na frente dela e segurou delicadamente a cintura dela. O olhar mudou imediatamente. Mais marido preocupado.
— Está sangrando muito?
Laura negou devagar.
— Não. Está normal.
Edgar assentiu minimamente enquanto os dedos acariciavam de leve a lateral da cintura dela por baixo da camisola.
— Deita pra mim.
Laura levantou a sobrancelha imediatamente. O canto da boca subiu travesso.
— Doutor Sterling ativou o modo obstetra?
Edgar aproximou minimamente o rosto do dela. Tão perto que Laura sentiu a respiração dele tocar sua boca. A voz saiu perigosamente provocadora.
— Ativei o modo marido dos sonhos que toda mulher no puerpério deveria ter.
Laura já começou a sorrir antes mesmo dele terminar. Mas Edgar continuou olhando diretamente pra ela.
— Só que hoje vai ser um pouquinho diferente.
Laura deslizou lentamente a ponta do dedo pelo peitoral dele. Devagar. Provocando.
— Diferente como, doutor?
Edgar segurou discretamente a mão dela antes de responder rouco.
— Primeiro eu vou ver como estão os seus pontos.
Os olhos dele desceram lentamente pela camisola dela.
— Depois vou passar hidratante nesse corpo inteiro… — A voz baixou ainda mais. — …com carícias… beijos… pegadas…
Laura já sentia o corpo inteiro arrepiar. Mas Edgar continuou propositalmente perto dos lábios dela.
— E principalmente cheio de diálogo.
Laura mordeu discretamente o canto do lábio. Os olhos brilhavam perigosamente agora.
— E como vai ser esse diálogo?
Aquilo arrancou um sorriso lento dele. Mas completamente safado. Então Edgar aproximou a boca do ouvido dela e murmurou rouco.
— Meu diálogo com você… vai ser prender essa boquinha atrevida na cama enquanto uso meu taco de beisebol pra te lembrar quem é que te deixa desse jeitinho.
Aquilo incendiou Laura imediatamente. O ar ficou preso no peito dela por um segundo. Então ela soltou uma risadinha baixa, completamente provocada, antes de caminhar devagar até a cama. Rebolando minimamente de propósito. Cheia de intenção.
Edgar observou tudo em silêncio. Hipnotizado. Quando Laura deitou lentamente na cama e ergueu os olhos pra ele daquele jeito provocador… O autocontrole dele quase foi embora.
Edgar permaneceu em pé na beirada da cama enquanto levantava delicadamente a camisola dela para observar os pontos. Os dedos tocaram a pele dela com extremo cuidado.
E aquilo mexia absurdamente com Laura. Porque até nos momentos mais íntimos… ele ainda cuidava dela primeiro. Os olhos dela permaneceram presos no rosto dele. Na concentração. Na delicadeza.
No amor absurdo que aquele homem colocava até nos gestos mais simples. O corpo inteiro dela já queimava. Edgar analisou os pontos atentamente antes de murmurar baixo.
— Ainda não soltaram totalmente.
A mão deslizou devagar pela coxa dela num carinho lento. Provocando.
— Mas estão muito bonitos.
Edgar soltou uma risada baixa e rouca contra os lábios dela, afastando-se apenas o suficiente para encará-la. Seus olhos estavam escuros de desejo, mas cheios de controle.
— Hoje eu não vou tocar lá embaixo de jeito nenhum. — Ele deslizou a mão pela cintura dela, apertando de leve. — Mas eu avisei como ia ser o nosso diálogo, lembra?
Ela sentiu um arrepio forte percorrer o corpo inteiro. Edgar sorriu satisfeito, tirou o jaleco e o deixou cair no chão, ficando completamente nu. Em seguida, deitou ao lado dela e puxou Laura para um beijo profundo, dominando o ritmo, a língua dele explorando a dela com calma e fome.
As mãos grandes dele não paravam: apertavam a cintura, subiam pelas costas, desciam pela curva da bunda por cima da camisola fina, puxando o corpo dela contra o seu com firmeza. Cada aperto era possessivo, mas cuidadoso. Ele a virou de lado, ficando atrás dela, o peito colado nas costas de Laura enquanto beijava seu pescoço e mordia de leve o ombro.
— Você é tão gostosa… tão minha — murmurou rouco, apertando a coxa dela e subindo a mão devagar até a cintura. — Você continua me deixando louco só de te olhar.
Laura suspirou, rebolando de leve contra ele. Edgar segurou seu quadril com mais força, controlando o movimento.
— Quieta — ordenou baixinho, voz carregada de autoridade suave. — Hoje quem comanda sou eu. E essa boquinha linda vai fazer exatamente o que eu mandar.
Com movimentos calmos, ele segurou a barra da camisola fina e a puxou lentamente para cima, deslizando o tecido pelo corpo dela até tirá-la completamente. Laura ficou apenas de lingerie.
— Deita de bruços pra mim — pediu ele, rouco. — E abre um pouquinho as pernas.
Laura obedeceu, deitando-se de barriga para baixo com o rosto virado para o lado. Edgar posicionou-se entre suas pernas abertas, ajoelhando-se com cuidado. Seus olhos percorreram as costas dela com admiração enquanto as mãos grandes deslizavam pela pele, espalhando o restante do hidratante.
Ele começou a distribuir beijos lentos pela nuca, descendo pela coluna, demorando-se em cada vértebra. Os lábios quentes e a respiração dele causavam arrepios constantes.
— Você não faz ideia do quanto eu te desejo… — murmurou contra a pele dela. — Mesmo agora, com seu corpo mudado, você continua sendo a mulher mais linda e perfeita que já existiu.
Os beijos desceram mais, chegando à curva da cintura. Edgar deu uma mordida suave e possessiva em uma das nádegas, depois acalmou o local com a língua e um beijo. Laura soltou um suspiro trêmulo.
— Eu amo cada pedaço de você — continuou ele, voz baixa e intensa, beijando a outra nádega antes de descer para a virilha. — Amo te ver assim, entregue pra mim. Amo saber que esse corpo trouxe nossos filhos ao mundo e ainda consegue me deixar completamente louco.
Ele beijou demoradamente as virilhas, as coxas, subiu novamente pelas costas, mordiscando de leve os ombros enquanto seu corpo cobria o dela por trás, sem pressão excessiva. Cada toque era firme, mas cheio de cuidado.
Depois de longos minutos explorando o corpo dela com boca e mãos, Edgar sentou-se encostado na cabeceira da cama e puxou-a com carinho, posicionando-a de joelhos entre suas pernas. Segurou o rosto dela com uma mão, o polegar acariciando o lábio inferior devagar.
— Olha pra mim — pediu. Quando ela obedeceu, ele continuou. — Abre essa boquinha atrevida, Felícia. Quero sentir você me recebendo bem gostoso.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Segredos De Uma Noite Meu Marido Por Contrato (Olivia)
559 parou ja ter 3 semanas como podem....
Cadê o comprometimento com o leitor? Oque custa posta td livro?...
Falta de comprometimento com o leitor...
Acabou o livro? Mais de uma semana sem capítulos novos . . . ....
pelo que entendi estao postando de 20 dias a mais, quando vamos ler os novos capítulos nem se lembra mais o que estava nos capítulos anteriores, é preciso voltar p se atualizar. por favor poderiam postar tudo logo, já está ficando chato....
Até que enfim depois de 3 semanas divulgaram novos capítulos...
Mais capítulos já tem 3 semanas que li o cap 551. O romance é bom, mas ficar aguardando liberar capítulos é muito ruim....
Ivanete de fatima cerqueira de miranda...
Capitulo 552 ansiosa pra ler......
Fica difícil acompanhar a história pq demora muito para desbloquear os capítulos, está parado no 534 a muitos dias....