Laura umedeceu os lábios e se inclinou. Edgar soltou um gemido baixo quando ela o envolveu, quente e molhado. Ele manteve uma mão no cabelo dela, guiando o movimento com delicadeza, sem forçar.
— Isso… devagar assim… — elogiou rouco, os olhos semicerrados de prazer. — Essa boca foi feita pra mim. Olha como você me deixa duro só com ela.
Os movimentos eram lentos e ritmados. Edgar não tirava os olhos dela, alternando carinhos no rosto e apertos mais firmes no cabelo, sempre no comando. As palavras saíam baixas e picantes entre os suspiros.
— Isso, Felícia… chupa bem gostoso pra mim. Essa boquinha safada me deixa completamente viciado…
Laura sabia exatamente o que estava fazendo. Edgar respirava cada vez mais pesado, os músculos da barriga tensionados, mas mantinha o controle. Quando sentiu que estava perto, segurou o rosto dela com as duas mãos, a voz rouca e carinhosa.
— Olha pra mim enquanto eu gozo, linda. Quero ver esses olhos.
Poucos segundos depois ele gozou, gemendo baixo o nome dela, o corpo tremendo. Edgar puxou-a para cima imediatamente, deitando-a ao seu lado e envolvendo-a num abraço apertado.
Ele beijou sua testa, suas bochechas, seus lábios com uma ternura infinita, limpando o canto da boca dela com o polegar.
— Você foi perfeita… — murmurou rouco, acariciando devagar os cabelos ainda úmidos dela espalhados sobre o peito dele. — E vou te dizer uma coisa, Felícia… se mais casais entendessem que sexo não é só penetração… muito relacionamento não acabava no puerpério.
Laura ergueu os olhos lentamente pra ele. Edgar continuou calmo, os dedos fazendo carinho preguiçoso no braço dela.
— Dá pra existir carinho… desejo… conexão… intimidade… de forma respeitosa e segura. Sem pressão. Sem egoísmo.
Os olhos dele suavizaram completamente.
— Muito homem perde a esposa emocionalmente nessa fase porque esquece que sexo também começa no cuidado.
Aquilo apertou bonito o peito dela. Laura se aninhou ainda mais contra ele, sentindo o cheiro dele. O sorriso apareceu satisfeito nos lábios dela.
— Foi perfeito, Nego…
A voz saiu baixinha. Cheia de sentimento. Laura ergueu minimamente o rosto pra olhar pra ele enquanto os dedos passeavam devagar pelo peitoral dele.
— E foi tão novo pra mim… — o canto da boca subiu lentamente num sorriso cheio de malícia. — Porque pela primeira vez na vida eu fiquei completamente dominada por um homem.
Os olhos dela brilharam provocadores.
— Quietinha… obediente… fazendo exatamente tudo o que meu marido mandava.
A lembrança atravessou ela imediatamente. O corpo arrepiou outra vez. Laura aproximou minimamente os lábios do ouvido dele antes de continuar baixinho.
— E vou te dizer uma coisa, doutor Sterling… acho que nunca fiquei tanto tempo calada assim.
Edgar já começava a rir rouco só de ouvir o tom dela. Laura mordeu discretamente o canto do lábio segurando o próprio sorriso.
— Mas também… minha boca estava ocupada demais chupando meu pirulito favorito de chocolate.
Os olhos desceram lentamente pelo corpo dele antes de subirem outra vez. Sem vergonha nenhuma.
— E infelizmente eu sou completamente viciada nele.
Aquilo arrancou uma risada dele imediatamente. Os dedos apertaram automaticamente a cintura dela. Laura deslizou lentamente as unhas pela nuca dele.
— Você sempre consegue me surpreender…
Edgar com aquele jeito calmo e apaixonado, segurou delicadamente o queixo dela entre os dedos.
— Foi perfeito porque o nosso sexo não começou agora… — a voz saiu baixa enquanto os olhos percorriam lentamente o rosto dela. — Começou desde quando eu acordei beijando você hoje cedo… Nas mensagens que trocamos durante o dia…
A mão deslizou devagar pela cintura dela.
— Nas provocações… no cuidado… em eu ajudar você com os bebês… em fazer você se sentir desejada mesmo nesse momento tão delicado.
Laura sentiu os olhos marejarem discretamente. Edgar encostou a testa na dela antes de completar.
— E quando você estiver pronta… aí sim a gente volta a fazer tudo do jeitinho que fazia antes.
Laura sorriu emocionada e beijou devagar a mandíbula dele.
— Eu te amo tanto…
Edgar apertou ela mais contra o corpo imediatamente.
— Eu amo mais.
O quarto mergulhou num silêncio aconchegante depois disso. Apenas a respiração calma dos dois preenchia o ambiente enquanto Laura fazia carinho lentamente no peito dele.
Os dedos dela desenhavam movimentos preguiçosos sobre a pele dele até ela murmurar baixinho.
— Nego…
Edgar abriu os olhos devagar.
— Hum?
O bebê dormia profundamente aninhado contra o peito dele, pequeno demais naquele colo enorme. Liam o ninava devagar, quase distraidamente, enquanto observava a paisagem da cidade sem realmente enxergá-la.
Laura apareceu na porta da varanda em silêncio. Parou por alguns segundos apenas observando a cena. E aquilo apertou o peito dela de um jeito bonito e doloroso ao mesmo tempo. Porque fazia um mês que Liam aparecia todos os dias. Sem falhar.
Segurava os sobrinhos por horas, ajudava em tudo, ficava até tarde… e mesmo destruído pelo luto, nunca deixava de estar presente.
Oliver soltou um resmunguinho baixinho no colo do tio. Imediatamente Liam abaixou o rosto, ajeitando a mantinha dele com cuidado automático.
— Calma, campeão… — murmurou rouco, balançando-o suavemente. — O titio está aqui.
Laura sentiu os olhos marejarem discretamente. Então Liam percebeu a irmã parada ali. Virou o rosto na direção dela. E sorriu. Pequeno. Cansado. Mas verdadeiro. Laura caminhou devagar até ele, sentando-se na cadeira ao lado.
— Quando você vai embora… — comentou baixinho, apoiando a cabeça na mão enquanto observava Oliver — ele te procura pela casa inteira.
Liam abaixou os olhos pro sobrinho outra vez e um quase sorriso apareceu no canto da boca dele.
— Também… — respondeu baixo. — Desde que eles nasceram eu venho aqui todos os dias.
Os dedos deslizaram delicadamente pelos cabelinhos escuros de Oliver.
— Nem parece que já fizeram um mês.
Laura sorriu observando o irmão daquele jeito. Mais leve perto dos bebês.
— Você está deixando meus filhos muito manhosos.
Liam soltou uma risada baixa pelo nariz e recostou minimamente o corpo na poltrona.
— Função de tio é estragar um pouco.
Então virou o rosto lentamente pra irmã. E o olhar dele suavizou de verdade ao observá-la. Laura estava diferente. Mais plena. Mais feliz. Mais viva.
— Você está muito bem, Princesa. — comentou baixo.
Laura abaixou os olhos sorrindo pequeno. Os dedos brincaram distraidamente com o tecido do vestido.
— Estou feliz, irmão… — O brilho nos olhos dela aumentou imediatamente. — Eu e o Edgar estamos radiantes. A Luna então… nem se fala.
Como se tivesse entendido que estavam falando dela, Meg apareceu correndo pela varanda, latindo baixinho e indo direto na direção de Laura. Ela começou a rir imediatamente.
— Olha essa interesseira…

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Segredos De Uma Noite Meu Marido Por Contrato (Olivia)
559 parou ja ter 3 semanas como podem....
Cadê o comprometimento com o leitor? Oque custa posta td livro?...
Falta de comprometimento com o leitor...
Acabou o livro? Mais de uma semana sem capítulos novos . . . ....
pelo que entendi estao postando de 20 dias a mais, quando vamos ler os novos capítulos nem se lembra mais o que estava nos capítulos anteriores, é preciso voltar p se atualizar. por favor poderiam postar tudo logo, já está ficando chato....
Até que enfim depois de 3 semanas divulgaram novos capítulos...
Mais capítulos já tem 3 semanas que li o cap 551. O romance é bom, mas ficar aguardando liberar capítulos é muito ruim....
Ivanete de fatima cerqueira de miranda...
Capitulo 552 ansiosa pra ler......
Fica difícil acompanhar a história pq demora muito para desbloquear os capítulos, está parado no 534 a muitos dias....