Ele e Noriel, do outro lado estava apenas Oceana.
Era óbvio quem era mais importante.
Ah não, Henrique sabia usar as palavras para influenciar os corações.
— Você também vai se esforçar por mais alguns dias. Não conseguiu descansar bem esses dias, né? Quando você voltar, vou fazer uma sopa para você recuperar as energias.
Oceana sentiu que estava prestes a cuspir sangue!
Ela jurou que era inimiga mortal de Henrique!
— Deixa para lá, fique em casa com eles, eu já estou bem.
Ela falou imediatamente: — Eu me viro sozinha no hotel por uns dois dias, logo meus pais voltam.
Embora Sabrina estivesse preocupada, ela logo demonstrou uma expressão de hesitação, revelando seus pensamentos internos.
— Você dá conta sozinha?
— E o que é que tem? É só sofrer um pouco sozinha.
Oceana disse, fingindo tristeza.
Antes que Sabrina pudesse absorver bem suas palavras e começasse a sentir pena dela...
Henrique falou novamente: — É só um pouco de tristeza, ela com certeza não faria nenhuma bobagem, afinal ela já é mãe.
Toda mulher que vira mãe não consegue parar de se preocupar com os filhos.
Sabrina sabia bem disso, e conhecia a personalidade de Oceana; ela definitivamente não buscaria a morte.
Pensando assim, era apenas ficar um pouco triste sozinha, não era um obstáculo impossível de superar.
— Está bem, se acontecer alguma coisa ou se você ficar entediada, me mande mensagem e eu vou correndo.
Quando Oceana veio, ela pensou que levar Noriel significaria levar o coração de Sabrina também.
Quem diria que o tiro sairia pela culatra; não só não conseguiu levar Noriel, como até deixou Sabrina para trás.
— Venho pegar as malas outro dia.
Sabrina viu Noriel esfregar os olhos, devia estar com sono, então desistiu de seguir Oceana de volta ao hotel para pegar as roupas.
Oceana só pôde ir embora sozinha. Quando entrou no carro, olhou para a mansão com uma cara furiosa. Parecia um gato que tinha perdido a briga: inconformada e sem jeito.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Senhor Ramos, ele não é seu filho!