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Sonhos Distantes na Mesma Cama: O Pedido Proibido romance Capítulo 511

Eduardo continuava jogando conversa fora com a Sra. Marques, sendo evidente que ele estava servindo de alvo para os flertes da mulher.

No entanto, nada daquilo interessava a Norberto.

Ele só queria que chegassem logo ao ponto principal, ansiando ouvir o nome que mais importava para ele.

— Sra. Marques, seria melhor focarmos na Tereza. Eu estou com um pouco de pressa. — Eduardo, sabendo que seu chefe já devia estar perdendo a paciência, tentou redirecionar o rumo da conversa.

— A Tereza, veja bem... — A Sra. Marques empurrou os óculos para cima, e um tom inegável de ressentimento envelhecido permeou a sua voz. — Humpf! Todo mundo dizia o quanto ela era brilhante e excepcional. A verdade é que ela só tinha sorte na vida. O orientador adorava ela, então os melhores projetos sempre iam para as mãos dela primeiro. Ninguém suportava aquilo na época.

— E o que aconteceu depois? — Eduardo ouvia com atenção.

— Eu só queria entender por que ela tinha tantos privilégios. — Paula bateu na mesa, demonstrando uma indignação ensaiada. — Depois é que fomos descobrir que a família dela tinha contatos fortes. A avó dela era uma lenda da medicina tradicional, conhecia várias pessoas influentes. Além disso, ela foi aluna de um dos maiores mestres da medicina tradicional. Tsc, tsc... Com todos esses contatos a favor, seria difícil não se destacar.

Eduardo escutou as acusações em silêncio, guardando um sorriso para si. Ele sabia muito bem que a Dra. Leal não havia construído sua carreira com base em falsos títulos.

Paula continuou a despejar sua amargura em um monólogo interminável, desenterrando velhas invejas e rivalidades do passado.

Atrás do biombo, Norberto não absorveu uma única palavra daquele veneno, apenas a achou irritantemente barulhenta.

— Aquele caderno de anotações que você mencionou agora pouco... — Eduardo a interrompeu no momento oportuno. — Lembra-se do que estava escrito nele? Isso pode ser uma pista crucial.

Paula ficou em silêncio por um instante, inclinando a cabeça como se fizesse um esforço tremendo para vasculhar a memória.

— Ah, o caderno dela. Eu me lembro, era azul. Ela tratava aquilo como um tesouro, não deixava ninguém encostar. Por sorte, uma vez, quando ela saiu, eu o encontrei na gaveta dela. Ela escrevia naquilo todos os dias, e eu estava louca para descobrir qual era o segredo dela.

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