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Uma noite, uma vida romance Capítulo 100

DUDA NARRANDO:

Quando estou terminando de passar meu perfume, um segurança me avisa que Renato chegou no portão, eu o libero para entrar. Meu coração b**e um pouco mais forte de antecipação. Desço as escadas com calma, e antes de sair, encontro minha mãe na sala, montando uma piscina de bolinhas com a Mieko, a nova babá do Rodriguinho.

— Onde você vai toda arrumada assim, filha? — minha mãe perguntou, sem nem levantar os olhos da bagunça que fazia com meu sobrinho.

Me ajoelhei perto deles e acariciei as bochechas fofas do Rodriguinho. Ele é tão lindo, tão inocente, e toda vez que olho para ele, me derreto.

— Vou sair, mãe. Jantar com um amigo. Volto mais tarde, tá? — respondi, antes que ela fizesse mais perguntas.

Ela me olhou nos olhos, analisando cada detalhe que eu irradiava de leve.

— Cuida-te, mi hija, cuida-se bem, tá? — Ela disse com aquele tom de preocupação que só mãe sabe ter.

Assenti, mandando um beijo, e saí pela porta da frente.

Lá fora, a Cadillac Escalade preta de Renato me espera, imponente com um segurança abrindo a porta. Entrei no banco de trás e o encontrei perfeitamente arrumado, confortável, com o braço apoiado no encosto. Assim que fecharam a porta, fui direto até ele e o beijei, um beijo longo, cheio de desejo.

Ele me puxou pela cintura, deslizando suas mãos pelas minhas costas, até meu bumbum com um sorriso entre os beijos, o motorista começou a dirigir e por um momento, o mundo lá fora desapareceu.

— Você está linda e cheirosa — ele diz com a voz rouca, com seus lábios beijando meu pescoço com seus toques me deixando completamente arrepiada.

— Gracias — respondo, mordendo os lábios. — E então, gostou do vídeo que eu te mandei?

Ele solta uma risada baixa, com a voz dele carregada de um desejo palpável.

— Eu amei. Mas nada se compara a te ver assim, pessoalmente — ele murmura, enquanto sua mão percorre meu corpo com mais firmeza, me fazendo arrepiar novamente.

— Que tal a gente pular a parte do restaurante e ir direto para o seu apartamento? — digo, brincando com meus dedos no peito dele, subindo devagar, provocando.

Ele sorri maliciosamente, com seus olhos verdes me devorando.

— Você é tão direta, pimentinha — Renato toca meu queixo de leve

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