Percebendo a expressão estranha de Amélia, Lucas a puxou pela mão.
— Amélia, o que foi? Você conhece o Juvêncio?
— Eu... conheço. Mas não nos falamos há muitos anos.
— Amélia, você conhece o Juvêncio? De onde?
— Ele era apenas um veterano da época da faculdade. Não éramos próximos.
— Ah, entendi.
— Sim.
Amélia assentiu, mas sua expressão incomum não passou despercebida por Afonso.
Com um olhar sombrio, Afonso disse ao seu assistente:
— Três minutos. Quero todo o dossiê de Juvêncio!
O assistente engoliu em seco, seus dedos voando sobre o teclado.
Que pecado ele havia cometido hoje? Três minutos para investigar um acadêmico renomado?
Essa missão era impossível!
Nesse momento, Amélia recebeu uma mensagem. Era de sua mãe.
[Está livre? Venha me encontrar.]
Junto, havia uma localização. Um café.
O que sua mãe queria com ela?
...
No café.
Amélia não esperava que, ao chegar ao café, sua mãe não estivesse lá.
Quem estava era... Sérgio.
Amélia virou-se para ir embora, mas Sérgio a barrou.
— Por que você foge assim que me vê? Não podemos conversar um pouco?
— Você usou minha mãe para me atrair até aqui. Isso já prova que não estamos mais em posição de 'conversar um pouco'.
Sérgio franziu a testa.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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