A morte de Wilson lançou uma sombra densa e sufocante sobre a família Sousa.
Igor e Karina, devastados pelo luto, acamaram.
O controle do Grupo Sousa, naturalmente, caiu mais uma vez no colo de Nádia.
Cláudia, com um sorriso interesseiro, correu para a mansão dos Sousa para procurar a nora.
— Nádia, agora que seus pais estão doentes, o Grupo Sousa é todo seu. Você precisa, urgentemente, dar uma mãozinha ao Sérgio.
Nádia encarou Cláudia com um olhar gélido, transbordando arrogância.
Ela, Nádia, era a soberana novamente.
— Eu até gostaria de ajudar o Sérgio Barros, mas o Grupo Barros já faliu. Todos os imóveis da família foram confiscados. Vocês estão morando em um hotel. Como espera que eu ajude?
A atitude de Nádia era de puro desdém, e o rosto de Cláudia escureceu.
Cláudia sabia exatamente o que aquilo significava: Nádia estava lhe dando um choque de realidade, marcando território.
— Nádia, o Grupo Barros faliu porque o Sérgio focou todos os esforços em te tirar da cadeia! Ele negligenciou a empresa, e o Afonso aproveitou para atacar. Você não vai abandonar o Sérgio e a família Barros justo agora, vai?
— Como eu poderia querer abandonar o Sérgio? Mas a família Barros faliu e carrega uma dívida de vinte bilhões. Embora eu seja a herdeira dos Sousa, sustentar o meu próprio grupo já está me exaurindo. Ajudar um negócio falido... espero que a senhora entenda minha posição.
Nádia fingiu uma voz chorosa, uma atuação digna de novela, que fez Cláudia sentir ânsia de vômito.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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