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Vendida ao Sheik romance Capítulo 120

Adir

Depois de um dia trabalhando sem parar, olhei o celular: já eram vinte horas. Havia tantas coisas para resolver sobre a celebração daquela noite que nem percebi o tempo passar.

Cheguei a pensar em passar em casa, mas tomei um banho rápido no escritório e fui direto para a casa de Nayla. Toquei a campainha, porque se eu entrasse sem avisar ela certamente reclamaria.

Quem abriu a porta foi Amir.

Amir:

— Nayla está lá em cima. Eu já estou de saída. Avise que só volto amanhã para ela não se preocupar. Vou resolver algumas coisas e depois sigo para a casa da Bruna. Até mais.

Adir:

— Pode deixar.

Ele saiu e subi as escadas em silêncio.

Fui tirando a roupa pelo caminho e entrei direto no banheiro. Nayla estava de olhos fechados, de costas para mim, e não percebeu quando comecei a beijar seu pescoço.

Nayla:

— Você e essa mania de entrar sem avisar.

Adir:

— Eu não ia perder a oportunidade. Estava morrendo de saudade — respondi, envolvendo-a e beijando seu pescoço.

Antes que ela dissesse qualquer coisa, a ergui nos braços e a puxei contra mim. Nossos corpos se encontraram com intensidade.

Os suspiros dela ecoaram pelo banheiro enquanto minhas mãos seguravam sua cintura com firmeza. Meus lábios percorriam seu pescoço e sua pele quente sob a água do chuveiro.

O mundo ao redor parecia desaparecer.

O prazer cresceu entre nós até que ela se entregou completamente em meus braços.

Terminei o banho ao lado dela e a levei até o quarto.

Adir:

— Nem pense em se vestir. Já fique pronta para o seu noivo — provoquei com um sorriso.

Ela se ajeitou de forma provocante e eu a cobri de beijos.

Minha boca explorava cada curva enquanto ela murmurava meu nome em meio aos arrepios e à respiração acelerada.

Meu desejo por Nayla era tão intenso que perdi completamente a noção do tempo.

Quando ela sussurrou meu nome novamente, percebi que nenhum luxo deste mundo se comparava a tê-la ao meu lado.

Depois de algum tempo, ela se virou para mim e riu.

Nayla:

— Se eu pudesse, faria amor com você todos os dias. É impossível se acostumar com isso. Como alguém passa metade da vida tão reservada e a outra metade completamente entregue?

Adir:

— Eu também gostaria de te ter assim todos os dias, Nayla. Mas com tantas responsabilidades, mal consigo tempo para nós.

Suspirei.

— Ainda mais agora, sem o Zayd por perto. Muito do trabalho acabou recaindo sobre mim. Dois grandes eventos estão se aproximando e ele faz falta.

Nayla:

— Se você quiser, posso ajudar no escritório. Imagina só, sua noiva organizando tudo por lá. Tenho certeza de que todos obedeceriam.

Sorri.

Adir:

— Melhor não. Não quero que todos os funcionários passem a te odiar.

Passei a mão em seu cabelo.

— Além disso, você precisa focar na reforma do seu restaurante. Amanhã vamos escolher tudo para deixá-lo exatamente como você quiser. Assim você não fica entediada.

Nayla:

— Acho que realmente preciso me ocupar. Se fico parada, começo a inventar coisas para fazer.

Adir:

— Já disse que não quero você se desgastando com trabalho além do necessário.

Peguei o cartão que havia trazido e coloquei em sua mão.

— Trouxe isso para você. Não tem limite. Está no nome da minha mãe por questões administrativas da empresa, mas é seu. Use como quiser.

Ela arregalou os olhos.

Nayla:

— Depois que a música acabar… você sabe o que esperar.

Ri baixo.

Adir:

— Acho que você já está se tornando uma verdadeira esposa de sheik.

Fiquei olhando para ela.

— Daqui a pouco estaremos casados, com filhos… vivendo exatamente como sempre imaginei.

Ela levantou as sobrancelhas.

Nayla:

— Você já está falando de filhos?

Adir:

— Quero dividir a vida com você.

Segurei sua mão.

— Pense em se mudar para minha casa. Estamos noivos. Já está na hora de ficarmos juntos todos os dias.

Ela ficou pensativa por alguns segundos.

Nayla:

— É um grande passo. Preciso conversar com Amir e pensar com calma… mas não descarto a ideia.

Adir:

— Fique à vontade. Só quero que você se sinta segura.

Ela sorriu.

Nayla:

— Vou pensar com carinho, Adir. Agora vamos dormir.

Se acomodou ao meu lado.

— Amanhã o dia será cheio para nós dois.

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