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Vendida ao Sheik romance Capítulo 52

Lara

O cheiro de incenso suave ainda pairava no ar quando abri os olhos. A luz do sol invadia a tenda, filtrada pelos tecidos brancos que balançavam levemente com a brisa. Estava nua sob as almofadas, coberta apenas por um lençol leve e pelas marcas da noite anterior.

Minha pele ainda ardia nos pontos em que ele me mordeu. Entre as coxas, a memória do corpo dele em mim ainda latejava.

Khaled dormia com um dos braços jogado sobre a minha cintura, o peito nu subindo e descendo devagar. Mas era só aparência. Eu sabia que ele estava acordado — seu toque firme demais pra alguém adormecido.

Passei a mão com delicadeza por seu peito, desenhando os contornos dos músculos, as linhas do abdômen. Ele continuava quieto. Mas a respiração dele mudou. A pele arrepiou. E a coisa toda entre nós começou de novo.

Khaled (voz rouca): Acha que pode me acordar assim e sair impune?

Lara: Eu só estava te admirando.

Khaled: Tu me admira com a mão na minha barriga e esse olhar de quem vai montar em mim a qualquer momento?

Sentei de leve, ficando por cima dele, deixando o lençol escorregar dos meus seios. A barba dele roçou nos meus mamilos quando ele subiu a cabeça, mordendo de leve. Eu gemi baixo, ainda com os olhos semicerrados.

Khaled: Vem cá.

Me puxou de uma vez, com a força que eu já conhecia. A boca dele encontrou a minha com desejo, com fome. As mãos dele exploravam minhas costas, minha cintura, e depois desceram direto entre minhas pernas, onde ele encontrou o que já esperava.

Khaled: Sempre pronta pra mim…

Lara: Você faz isso comigo.

Me virou com agilidade e me deitou entre as almofadas. Beijou meu pescoço, meu ombro, meus seios. Sugou forte, deixando marcas. E desceu, beijando cada centímetro como se estivesse redescobrindo o caminho.

Me abriu com os dedos, mergulhou a língua quente direto no meu c1tóris e começou a chupar com vontade. Circulando, sugando, pressionando — do jeitinho que me fazia perder o ar.

Lara: Ahhh… porra… Khaled...

Me contorci. As pernas tremiam. A mão dele segurava firme minha coxa, me mantendo aberta. Quando ele enfiou dois dedos junto com a língua, eu gozei forte, gritando, ofegando, agarrada no tecido da tenda.

Mas ele não parou.

Subiu por cima de mim com os lábios molhados e sorriu contra a minha boca.

Khaled: Agora é sua vez. Quero ver sua boca me agradecer.

Me ajoelhei de frente pra ele e passei a língua lentamente por todo o comprimento do pau dele. Depois chupei com calma, fundo, escorrendo saliva. Ele gemeu alto, segurando meu cabelo, olhando pra baixo.

Khaled: Isso… porra… tu é perfeita…

Chupei com mais força, usando a mão junto, acelerando. Ele tremia. O abdômen contraído. Quando senti que ele ia gozar, parei.

Lara: Ainda não. Eu quero você dentro de mim.

1ª posição: Sentada, cavalgando de frente

Me ergueu, me encostou contra um dos postes da tenda, e me penetrou ali mesmo, com o deserto ao fundo. Me segurava pelas coxas, gemendo junto, o suor escorrendo pela pele quente.

A gente gozou junto. O corpo dele colado no meu, a testa suada apoiada na minha.

Caímos nas almofadas, respirando como dois viciados que acabaram de se entregar à pior das drogas: o outro.

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Lara (mais tarde)

A tenda estava silenciosa. O chá já esfriava na bandeja. Ele me entregou uma camisa dele pra eu vestir — e mesmo com o corpo dolorido, sorri.

Khaled: Quero te mostrar mais lugares assim.

Lara: Antes, deixa eu recuperar o fôlego. Ou você vai acabar me matando.

Ele riu, deitou ao meu lado e passou o dedo no meu queixo, erguendo meu rosto.

Khaled: Se for pra morrer, que seja com você gemendo o meu nome.

E eu gemi mais uma vez. Só que dessa vez... em silêncio. No peito.

Porque ele estava conseguindo destruir todas as minhas defesas — uma estocada de cada vez.

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