Lara
O cheiro de incenso suave ainda pairava no ar quando abri os olhos. A luz do sol invadia a tenda, filtrada pelos tecidos brancos que balançavam levemente com a brisa. Estava nua sob as almofadas, coberta apenas por um lençol leve e pelas marcas da noite anterior.
Minha pele ainda ardia nos pontos em que ele me mordeu. Entre as coxas, a memória do corpo dele em mim ainda latejava.
Khaled dormia com um dos braços jogado sobre a minha cintura, o peito nu subindo e descendo devagar. Mas era só aparência. Eu sabia que ele estava acordado — seu toque firme demais pra alguém adormecido.
Passei a mão com delicadeza por seu peito, desenhando os contornos dos músculos, as linhas do abdômen. Ele continuava quieto. Mas a respiração dele mudou. A pele arrepiou. E a coisa toda entre nós começou de novo.
Khaled (voz rouca): Acha que pode me acordar assim e sair impune?
Lara: Eu só estava te admirando.
Khaled: Tu me admira com a mão na minha barriga e esse olhar de quem vai montar em mim a qualquer momento?
Sentei de leve, ficando por cima dele, deixando o lençol escorregar dos meus seios. A barba dele roçou nos meus mamilos quando ele subiu a cabeça, mordendo de leve. Eu gemi baixo, ainda com os olhos semicerrados.
Khaled: Vem cá.
Me puxou de uma vez, com a força que eu já conhecia. A boca dele encontrou a minha com desejo, com fome. As mãos dele exploravam minhas costas, minha cintura, e depois desceram direto entre minhas pernas, onde ele encontrou o que já esperava.
Khaled: Sempre pronta pra mim…
Lara: Você faz isso comigo.
Me virou com agilidade e me deitou entre as almofadas. Beijou meu pescoço, meu ombro, meus seios. Sugou forte, deixando marcas. E desceu, beijando cada centímetro como se estivesse redescobrindo o caminho.
Me abriu com os dedos, mergulhou a língua quente direto no meu c1tóris e começou a chupar com vontade. Circulando, sugando, pressionando — do jeitinho que me fazia perder o ar.
Lara: Ahhh… porra… Khaled...
Me contorci. As pernas tremiam. A mão dele segurava firme minha coxa, me mantendo aberta. Quando ele enfiou dois dedos junto com a língua, eu gozei forte, gritando, ofegando, agarrada no tecido da tenda.
Mas ele não parou.
Subiu por cima de mim com os lábios molhados e sorriu contra a minha boca.
Khaled: Agora é sua vez. Quero ver sua boca me agradecer.
Me ajoelhei de frente pra ele e passei a língua lentamente por todo o comprimento do pau dele. Depois chupei com calma, fundo, escorrendo saliva. Ele gemeu alto, segurando meu cabelo, olhando pra baixo.
Khaled: Isso… porra… tu é perfeita…
Chupei com mais força, usando a mão junto, acelerando. Ele tremia. O abdômen contraído. Quando senti que ele ia gozar, parei.
Lara: Ainda não. Eu quero você dentro de mim.
1ª posição: Sentada, cavalgando de frente



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