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A BABÁ GRÁVIDA DO CEO romance Capítulo 166

POV: LAUREN

As mãos dele subiram lentamente pela minha coxa nua, com firmeza e domínio. A camisa que eu usava, dele, se ergueu aos poucos, revelando minha pele à medida que os dedos dele pressionavam com intenção, marcando território. O tecido largo, que em mim mais parecia um vestido, subia junto com a tensão que se espalhava pelo meu corpo. E ele não parava de me beijar. A boca de Henry estava colada à minha, quente, exigente, faminta. Sua língua explorava a minha com tanta urgência, como se quisesse apagar todos os limites entre nós, tomar tudo o que eu era.

Um arrepio subiu pela minha espinha quando senti seus dedos deslizarem pela dobra entre minhas coxas, provocando com toques suaves, circulares, sobre meu ponto mais íntimo. Arqueei o corpo, estremecendo sob ele, mordendo o lábio para conter um gemido. Meus pulmões buscavam ar entre um suspiro e outro.

— Henry... — Eu sussurrei, a voz fraca, embargada, lutando contra o turbilhão que me consumia por dentro. Eu precisava respirar, pensar, mas ele não me dava espaço. Seu toque era como fogo queimando tudo, até minha razão.

Ele gemeu contra a minha boca ao perceber que eu não estava usando calcinha. Seu corpo tremeu levemente, e os dedos deslizaram mais ousados, contornando com lentidão e malícia.

— Você me deixou louco, Lauren... — Ele sussurrou, rouco, arrastado, com aquela voz grave que parecia vibrar direto no meu ventre. — Tão pronta para mim.

Senti meu corpo reagir ao som daquelas palavras. Meus músculos tensionaram, e o desejo me puxava como uma corrente, mas algo dentro de mim implorava por controle. Pela verdade.

— A gente devia conversar primeiro. — Eu murmurei, quase suplicando, a voz fraca, como se eu mesma não acreditasse nisso.

Ele parou. Sua mão abandonou meu centro, me arrancando um suspiro frustrado e confuso. Meu corpo implorava pelo toque, mas minha mente gritava por respostas. Henry ergueu o rosto devagar, sem pressa, e seus olhos azuis intensos encontraram os meus. Havia um brilho sombrio ali. Algo contido. Dor, talvez. Raiva. Uma sombra de mágoa escondida entre aquele olhar seguro e imponente.

— Conversar? — Ele murmurou, arqueando uma sobrancelha. Sua voz carregava sarcasmo, mas havia tensão também, um peso escondido nas palavras. — Quer conversar agora?

Cada botão da camisa foi se abrindo com lentidão, como uma ameaça silenciosa. Ele não tirava os olhos de mim. Meu coração batia descompassado, os batimentos tão altos que era como se ecoassem por todo o quarto. Meu corpo tremia, dividido entre o prazer e o medo do que ainda estava por vir. Eu arfei quando senti o ar frio tocar minha pele exposta.

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