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A BABÁ GRÁVIDA DO CEO romance Capítulo 169

POV: LAUREN

Eu fechei os olhos, mordendo os lábios, buscando fôlego, mas as palavras escaparam em um sussurro trêmulo, carregado de emoção:

— Eu aceito... — Eu conseguir dizer em um murmuro manhoso e ofegante.

Apoiei a cabeça em seu ombro, buscando seu rosto. Nossos olhares se encontraram por um breve segundo antes de seus lábios tomarem os meus com uma fome crua. O beijo foi molhado, profundo, desesperado. Gememos ao mesmo tempo, e, naquele instante, ele me penetrou de uma vez só, me preenchendo por completo. Soltei um gemido arrastado, jogando o quadril mais para trás, querendo mais, querendo tudo.

— Eu te amo, Henry Carter — Eu confessei sem medo, entre suspiros pesados, sentindo meu corpo se abrir por completo para ele.

Ele me virou de frente com agilidade, me ergueu do chão como se meu peso não fosse nada, e eu enrosquei as pernas ao redor de sua cintura. Nossos corpos estavam colados, pele com pele, suor com suor. Quando ele voltou a me penetrar, ofeguei alto, agarrando sua nuca, mordendo seu queixo e descendo até seu pescoço, onde deixei marcas com meus dentes.

Minhas unhas arranharam suas costas largas, ele gemeu rouco, me segurando com mais força, como se estivesse me declarando como dele.

— Eu te quero para a vida toda... — Eu sussurrei contra sua pele, quase implorando, com a voz embargada pela intensidade do momento.

Ele me deitou na cama com cuidado, mas sem sair de dentro. Seus olhos me devoravam, escuros, cheios de posse, emoção e desejo. Seu sorriso era quase cruel de tão sexy.

— Então me terá por toda a vida. — Sua voz estava mais baixa, carregada de promessa e luxúria.

E então começou a se mover.

Lento. Delicioso. Profundo. Ele sabia exatamente onde me tocar, onde me invadir. A cada estocada, eu arfava, gemia alto, agarrando seus ombros, seus braços, tentando me ancorar em algum lugar enquanto ele me levava a outro mundo. A pressão aumentava a cada movimento ritmado, e ele ia mais fundo, mais rápido, até que eu estava sem fôlego, sem controle, completamente dele.

Deslizava minhas mãos pelo seu corpo, explorando seus músculos tensos, marcando sua pele, desesperada por mais. Henry colou sua boca na minha, exigente, e me beijou com tanta força que senti as pernas tremerem. Era doce e bruto ao mesmo tempo, um beijo carregado de amor e desejo, que me consumia inteira.

Eu estava prestes a perder o controle.

E não me importava mais com nada além dele.

Minha respiração ficou descompassada. Cada estocada dele arrancava de mim um gemido mais alto que o anterior, como se meu corpo inteiro só respondesse aos comandos de Henry. Ele me possuía com domínio e reverência ao mesmo tempo, como se estivesse marcando seu território e me adorando com o corpo.

— Henry… — Eu soltei entre um gemido e outro, os olhos quase se revirando com o prazer que só aumentava, sem me dar tempo de pensar, de fugir, de racionalizar.

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