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A BABÁ GRÁVIDA DO CEO romance Capítulo 174

POV: LAUREN

Seus lábios desceram pelo meu pescoço até alcançar meus seios, sugando com intensidade. Joguei a cabeça para trás, gemendo alto, agarrando seus cabelos e puxando-o para mais, completamente entregue.

Sua massagem se intensificou, seus beijos mais profundos, e meu corpo começou a tremer sob a intensidade do prazer. Arfei, minhas unhas cravando em suas costas molhadas de vapor.

— Henry, por favor... — Eu supliquei com a voz entrecortada por gemidos. — Eu preciso de você, meu amor.

— Seu desejo é uma ordem. — ele sussurrou com a voz rouca contra minha pele, sua respiração quente me arrepiando por completo.

Senti seus dedos abrirem espaço, e logo em seguida seu corpo me invadiu de uma vez, com firmeza e precisão. Arfei alto, agarrando seus ombros, meus dedos afundando na pele quente. Henry gemeu baixo ao me puxar mais para a beira da pia, segurando com força meu quadril, suas estocadas ritmadas, intensas, me fazendo estremecer a cada investida.

— Lauren... minha gostosa... — Ele rosnou, seus olhos presos aos meus, sua expressão carregada de desejo bruto e adoração possessiva.

Meus gemidos se misturavam ao som abafado da água caindo ao fundo. Ele me levantou sem sair de dentro, me carregando até o chuveiro e me pressionando contra o azulejo frio. O contraste entre a água quente escorrendo sobre nós e o calor dos nossos corpos colados era quase insuportável. Meus joelhos fraquejaram, mas Henry me sustentava com facilidade, seu corpo colado ao meu, me mantendo exatamente onde queria.

A cada estocada, meu corpo reagia com ondas de prazer que me faziam tremer. Eu arfava, gemia, completamente entregue. Sua mão se apoiou ao lado da minha cabeça, firme, enquanto a outra segurava minha bunda, me mantendo presa contra ele, encaixada com força e necessidade. Estávamos conectados de um jeito profundo e intenso, como se nada mais existisse além da gente naquele momento.

— Henry... — Eu sussurrei entre gemidos, sentindo o clímax se aproximar como uma tempestade.

Ele me observava de perto, atento a cada reação, como se quisesse memorizar a forma como eu tremia sob seu toque. Quando atingir o clímax, meu corpo inteiro se arqueou contra o dele, meus músculos contraíram ao redor dele, e eu gritei seu nome, perdida no prazer. Ele continuou se movendo até seu próprio corpo estremecer, sua respiração acelerada, os gemidos baixos escapando contra meu pescoço enquanto se desfazia dentro de mim, pulsando.

Por alguns segundos, ficamos ali, ofegantes, os corpos grudados, a água descendo pelos nossos rostos e espinhas. O som da respiração dele, pesada e quente, preenchia meu ouvido.

Com cuidado, Henry me soltou e me apoiou devagar no chão. Depositou um beijo suave na minha testa, depois pegou o sabonete e começou a ensaboar meu corpo com movimentos lentos, quase solenes. Suas mãos deslizaram pelos meus braços, pelos seios sensíveis, pela barriga, descendo até as coxas com uma atenção que me fez arrepiar inteira.

Ele se demorava propositalmente em pontos que sabia que me arrancavam suspiros e gemidos baixos. Quando passou os dedos entre minhas pernas, mesmo suavemente, meu corpo respondeu com outro arrepio. Mordi os lábios, tentando conter a reação, mas ele percebeu. Sorriu de canto, satisfeito, seus olhos brilhando com malícia e ternura.

Depois me virou de costas, pegou o shampoo e começou a massagear meu couro cabeludo com os dedos. Fechei os olhos, sentindo seu toque cuidadoso, mas também consciente demais da forma como seu corpo roçava nas minhas costas. Ele já estava novamente desperto, pressionando-se contra mim com naturalidade, como se aquilo fosse inevitável entre nós.

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