Minhas costas bateram contra a árvore mais próxima e ele não deu nem um tempo para me recuperar do choque, apenas engoliu meu suspiro e continuou a me beijar.
Suas mãos passeavam por meu corpo, espalhando fagulhas de fogo por todo lugar onde ele tocava.
Eu gemi contra seus lábios, apertando ainda mais minhas pernas em volta do seu quadril.
Precisando dele, querendo sentir seu corpo tomando o meu, de forma bruta e excitante.
— Isso está errado. — murmurei sem muita confiança nas palavras.
Eu não deveria me entregar novamente a ele, a uma pessoa que não me quer e que só me tratou mal nas últimas semanas.
Mas eu não conseguia tirar minhas mãos de seu cabelo, nem empurrá-lo para longe ou desviar a boca da dele.
— Me peça pra parar e eu paro. — ele se afastou descendo a boca por meu pescoço. Sua língua deslizou por minha pele me arrancando um gemido baixo e eu me empinei em sua direção. — Você quer que eu pare? — questionou descendo a boca por minha clavícula, senti quando sua língua tocou o decote da minha blusa.
— Não. — sussurrei.
Quanah empurrou o quadril contra o meu, me prendendo com as pernas contra a árvore e eu gemi. Suas mãos agarraram minha blusa e ele a rasgou ao meio como se não fosse nada, eu não estava usando sutian e meus mamilos ficaram duros diante da brisa que vinha.
Ele lambeu os lábios antes de descer sua boca e capturar um dos mamilos, involuntariamente tombei minha cabeça para trás e segurei seus cabelos com força. Sua língua contornou o mamilo duro e eu gemi ainda mais, me esfregando contra sua ereção.
— Quer que eu pare? — ele questionou parando de me chupar e eu resmunguei negando.
Quanah desceu as mãos por minha bunda e em um puxão rápido eu me vi livre delas, só sobrando a calcinha como obstáculo.
Eu pensei que ele ia me deixar como da última vez e me faria gozar sem me tocar, mas ao invés disso ele tocou minha intimidade sobre a calcinha esfregando os dedos em um vai e vem me deixando ainda mais molhada.
Ele segurou a lateral da calcinha e a puxou para o lado, me deixando exposta com a excitação pingando em seus dedos. Quanah colocou um dedo em meu clitóris e o massageou me fazendo revirar os olhos e gemer querendo mais.
Esse mesmo dedo deslizou por minhas dobras até alcançar minha entrada.
— Tão molhada porra! Quer que eu pare? Se quiser diga agora! — ele rosnou as palavras contra meu pescoço e eu neguei com a cabeça.
— Não! Não pare! — falei com a voz aos tropeços e senti o dedo largo se enfiar em mim.
Nossos gemidos saíram juntos e eu rebolei contra seu dedo, o querendo mais fundo, eu queria ele por inteiro dentro de mim.
Quanah estocou devagar, quase como uma tortura, um entra e sai lento que estava me deixando ainda mais excitada e desesperada.
Me forcei a abrir os olhos e encarar seu rosto, o desejo e a luxúria estampados ali era o mesmo que eu me lembrava da nossa única noite juntos.
Tomada pela coragem que o tesão me deu, eu desci as mãos por seu peitoral e alcancei o cos de sua calça. Sem cerimônia alguma eu abri o botão e puxei para baixo a calça e cueca. Nossos olhares se encontraram no segundo em que sua ereção pulou para fora e eu a segurei firme, fechando meu punho em volta do pau grosso.

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