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A Bruxa e o Alfa romance Capítulo 21

Eu devia me controlar, para aqui enquanto não tinha cruzado nenhuma linha que jurei nunca ultrapassar, quebrar uma das minhas promessas já tinha sido suficiente, não precisava que aquela menina continuasse por ali me fazendo quebrar todas as barreiras e me fazer voltar atrás com minha palavra.

Mas ali estava eu, levando ela para o banheiro, com meu pau louco para voltar a se enterrar fundo dentro dela.

Eu não sei o que tinha dado em mim ao vê-la beijando aquele demônio no corpo de Seth, mas eu precisava acabar com aquela palhaçada.

Por sorte eu tinha mandado fazer esse feitiço de ligação, ou não saberia onde ela estava, assim como os outros não devem saber ainda, isso se é que deram conta de sua falta.

Quando senti que algo não estava correto corri de volta para a cidade, senti o momento exato que ela deixou nosso perímetro, ficando sem nenhuma proteção.

Eu só conseguia me perguntar o que diabos tinha dado na cabeça dela, se estava querendo se livrar do nosso filho ou se estava fugindo em busca do demônio. Mil pensamentos cruzaram minha mente enquanto eu andava disparado pelas ruas.

Quando ela o beijou meu sangue ferveu e uma raiva que eu nunca havia sentido antes borbulhou dentro de mim. Eu conseguia sentir cada coisinha que acontecia em seu corpo enquanto ela aceitava aquele beijo e o beijava de volta. Até mesmo seus pensamentos, comparando meu beijo com o daquela coisa, eu pude ouvir.

Eu podia mentir pra mim mesmo e dizer que foi minha raiva, meu ódio por esse momento, que me fez agarrá-la. Mas isso era apenas mais uma mentira, das muitas que rodavam minha vida, porque a verdade é que que eu estava louco para fazê-la minha novamente desde o dia que a tive pela primeira vez.

Não tinha me esquecido da sensação de ter sua boceta doce e apertada sugando meu pau, e duvidava que algum dia na vida fosse me esquecer.

— Você ainda está... — sua voz me trouxe de volta a realidade. — Quer dizer você não...

Olhei na direção de seus olhos e vi que ela estava falando da minha ereção. As vezes eu me esquecia o quanto inocente ela era. Ficava fácil de esquecer detalhes como esse quando ela gemia e pedia mais enquanto eu a fodia, como minutos atrás.

— Sim eu ainda estou duro, não gozei dentro de você, mas pretendo.

Liguei o chuveiro, deixando que o jato de água quente acertasse nossos corpos e ela suspirou, se remexendo em meu colo quando a água fria tocou suas costas, mas não demorou para aquecer.

A água escorreu entre nós, lavando o suor, a lama, limpando os arranhões dela, tirando todo o cheiro de sexo, mas não diminuindo nosso tesão.

— Posso resolver para você. — Bri sussurrou encostando o nariz no meu, ela segurou firme minha cabeça, uma mão enterrada em meus cabelos e a outra segurando meu maxilar, e então me beijou.

Eu deixei que ela deitasse o ritmo e ela sugou meu lábio inferior, antes de mordiscá-lo, me fazendo apertar meus dedos em sua bunda.

Sua língua não pediu passagem, apenas se enfiou em minha boca, girando, me seduzindo, como se fosse preciso disso para ela me ter exibindo uma ereção dolorida.

O pensamento me fez impulsionar meu quadril para cima, em busca do seu calor apertado, mas Bri me empurrou para longe, colocando um fim em nosso beijo.

Com os olhos presos aos meus, ela soltou as pernas que seguravam minha cintura e escorregou para o chão, fazendo questão que nossos corpos se esfregassem.

Ela desceu as mãos por meu abdômen e segurou minhas coxas ao se ajoelhar na minha frente.

— Bridget! — eu rosnei seu nome como um aviso, não conseguiria me controlar com ela me olhando como se estivesse sedenta para engolir meu pau.

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