Eu não consigo resistir a ela, deveria ter apenas ignorado sua proximidade e saído daquele quarto, a deixando sozinha, mas não aguentei e a segui.
Ainda usando aquela toalha, que quase não serviria para esconder meu tesão por muito tempo.
Segurei sua cintura e ela estremeceu quando envolvi meu braço a puxando para mais perto, seu corpo ficando preso entre o meu e a janela, ela não tinha para onde correr.
Ergui minha mão livre e toquei seu rosto macio, contornando com os dedos aquelas sardas delicadas.
— Sei que o lobo mau come melhor. — ela sussurrou me encarando sobre os cílios.
Não sei como conseguia, mas ela era a mistura perfeita de anjo e demônio.
— Você não tem medo do lobo mau, Bri? — ela apenas sacudiu negando com a cabeça, eu já podia sentir meu pau pulsando através da toalha, querendo estar dentro dela. — E o que você quer?
Sua língua saiu e passeou pelo lábio, em uma carícia lenta e erótica. Porra, essa garota ia me matar.
— Quero que me coma. — sua voz saiu por um fio, quase não dava para se ouvir, mas soou como música para os meus ouvidos.
Subi minha mão de eu cintura, por seu abdômen, até alcançar seu seio, ela não estava usando sutiã e eu gemi de satisfação quando senti o mamilo endurecer contra o meu toque.
— E como quer isso bruxinha, duro e forte ou suave e gentil?
Eu tinha me dado conta só agora, que nunca tínhamos feito sexo lento, não era uma coisa que eu gostava ou que fazia, mas com ela tudo era diferente.
E eu não estava disposto a deixar que outro homem a tocasse e lhe entregasse mais do que eu estava oferecendo.
— Acho que... Suave e gentil. — ela parecia indecisa quanto a escolha, mas eu mostraria o quanto podia ser bom dos dois jeitos.
Apertei seu seio e belisquei o mamilo, até que ele estivesse empinado sobre a blusa.
— Vai ser uma primeira vez para nós dois. — murmurei ao pé do ouvido e deslizei meu rosto, sentindo seu cheiro doce e sua excitação chegar até mim.
Ela passou a língua sobre o lábio, seus olhos grandes permaneceram presos aos meus e ficaram mais brilhantes do que nunca, febris.
Seu suspiro atravessou o silêncio da noite quando capturei um mamilo ereto na minha boca.
Eu precisava dela, precisava tê-la. Bri gemeu e ergueu as mãos para agarrar meus ombros, se segurando firme. Seus dedos se afundando em minha pele quando suguei seu seio e eu não perdi mais nenhum segundo, arranquei a blusa dela com rapidez, não querendo nada mais nos separando mais.
Sua cabeça tombou para trás quando coloquei toda a aréola na boca, mamando com força, a reivindicando como iria fazer com cada parte sua.
A necessidade de possuí-la de todos os jeitos possíveis gritava dentro de mim, possuí-la até que ela não possa mais pensar e nem desejar ninguém além de mim, até que eu fosse o único pensamento dela.
— Quanah… por favor! — ela gemeu meu nome, estremecendo em meus braços quando apertei o outro seio com minha mão, torcendo o mamilo entre os dedos.
Continuei chupando, passando a língua em volta dos mamilos, amassando o outro até que meu desejo ficou insuportável. Subi a outra mão por sua coxa, até alcançar seu sexo quente, puxei o tecido com pressa, rasgando-o seu shorts em duas partes e o atirei longe.
Então deslizei dois dedos por sua intimidade, separando suas dobras molhadas, antes de enfiar o dedo médio em sua boceta quente e escorregadia.
Ela estava tão molhada… molhada para mim, seu corpo me deseja e necessitava do meu na mesma medida.
Bri gemeu se inclinando na minha direção e abrindo ainda mais as pernas, me dando mais acesso ao seu interior quente quando empurrei um segundo dedo, esticando-a para mim.
Os sons que ela fazia ficaram mais altos e ela começou a mover os quadris, perseguindo meus dedos, seu clitóris esfregando contra o meu polegar a cada golpe e eu soube que ela estava perto.
— Quanah... — Meu nome saiu como um gemido sem fôlego em seus lábios. — Eu quero você… preciso de mais, mais fundo, eu…
— Sim, bruxinha. Vou te dar exatamente o que você precisa. — murmurei estimulando seu clitóris mais forte e empurrei dentro dela mais rápido.
Bri colocou a língua rosada para fora, molhando os lábios, segui o movimento com os olhos e me peguei lembrando de sua boca em volta do meu pau, sua língua me lambendo por completo.
Eu literalmente rosnei com o desejo violento. Porra! Eu precisei dar tudo de mim para não agarrar seus cabelos e fazer o que meus instintos selvagens queriam.
Sua respiração ficou acelerada, os seios subindo e descendo, pulando quando ela se sacudia buscando mais. Senti as paredes internas se apertando com força em volta do meu dedo a medida que o orgasmo se aproximava e antes que ela gozasse eu parei, tirei o dedo de dentro.
— Não! — ela choraminga — Porque parou? Eu preciso tanto disso, me faça gozar…
— Eu vou, bruxinha. Eu vou, mas só quando meu pau estiver enterrado em você!
Assim, com o lábio inferior preso entre os dentes, com suas ondas vermelhas e brilhantes em torno do seu rosto, ela era a coisa mais perfeita e sexy que eu já toquei.

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