Eu tinha finalmente aberto meu coração e colocado para fora tudo o que tinha demorado a me dar conta. Quanah estava quebrado, eu podia ver isso, mas não foi por isso que falei tudo de uma vez e sim por ter noção que podíamos estar afastados amanhã de novo, e agora ele saberia que eu o amava mesmo que fossemos separados.
Ele deslizou as mãos por meu abdômen, contornado minha cintura e arrancando minha blusa por cima da cabeça. Suas mãos voaram ao fecho do sutiã enquanto sua boca voltava a me atacar.
Senti sua palma quente contra meu seio nu e não consegui conter o gemido, empurrei meu seio contra sua mão, querendo mais do seu toque. Quanah aprisionou o mamilo entre o indicador e o polegar e o rodou, senti isso direto na minha boceta, que pulsou em resposta.
Movi meu quadril, querendo sentir sua ereção, precisava de algum alívio e só ele ia me dar isso do jeito certo. Me levantei de pressa e ele entendeu o recado, suas mãos seguraram o cós da calça e ele puxou com força, levando minha calcinha junto. Eu quase caí enquanto ele arrancava uma perna, para depois ir até a outra, agarrei seus cabelos para me manter no lugar e ele achou a ocasião perfeita para enfiar o rosto no meio das minhas pernas e me chupar ali.
— Quanah! — gemi ofegante quando sua língua circulou meu clitóris, me fazendo perder a cabeça.
Minhas pernas estremeceram quando ele aumentou a velocidade e eu achei que iria despencar. Mas ele me agarrou mais firme me mantendo no lugar enquanto chupava e me deixava ainda mais louca.
Mas antes que se empolgasse e me fizesse gozar em sua boca, eu me sentei em seu colo, tomando seus lábios nos meus. Mordi seu lábio inferior e rebolei até sentir seu pau cutucando minha entrada, estávamos os dois ofegantes e desesperados por mais, necessitavamos um do outro.
Seu braço envolveu minha cintura, me erguendo o suficiente para que ele pudesse se enfiar entre minhas pernas, sua boca deslizou por meu pescoço, descendo pela clavícula e antes que eu esperasse a cabeça larga do seu pau deslizou dentro de mim.
— Aaaa! — gemi alto jogando a cabeça pra trás e ele esfregou a língua sobre minha pele.
— Porra, eu te amo! — ele bombeou dentro de mim e eu revirei os olhos.
— Não fala assim...
— O que? — ele questionou confuso, mas sem parar de estocar dentro de mim.
— Não diga que me ama enquanto estiver enterrado dentro de mim, você está sendo influenciado. — querendo provar meu ponto eu apertei minha boceta em volta dele e nossos gemidos se uniram.
Quanah segurou meu seio e o tomou em sua boca, sua língua circulou o mamilo e ele sugou, literalmente mamando com selvageria.
Agarrei seus cabelos, enfiando meus dedos entre os fios molhados e apertando ele dentro de mim, comecei a balançar o quadril pra frente e para trás, massacrando sua ereção enterrada em mim, a pélvis dele friccionava contra meu clitóris quase me fazendo ver estrelas.
Eu estava perto, perto de mais, podia sentir a onda de prazer crescendo dentro de mim, se formando como uma tempestade.
E então Quanah ergueu meu corpo, saindo de dentro de mim, abri meus olhos com raiva pronta para xingar até sua décima geração, mas ele me colocou sentada na banheira e segurou meu rosto me olhando sério.
— Eu te amo. — franzi o cenho não entendendo o que ele queria com aquilo. — Eu te amo, Bridget Bishop.

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