Dominic não espera pela permissão. Ele inclina a cabeça de Vivienne com um gesto firme e seguro, suas mãos envolvendo-a com a perfeita combinação de delicadeza e força. Seus lábios tomam os dela em um beijo que não deixa espaço para dúvidas. Era uma reivindicação, um lembrete do poder que ele tinha sobre ela e, ao mesmo tempo, de como ela o controlava de formas que ele ainda não sabia explicar.
Quando ele se afasta, é apenas o suficiente para que Vivienne sinta a ausência como uma tortura. Sua respiração é pesada, e os olhos dele permanecem fixos nos seus, ardentes, carregados de um desejo tão intenso que a desestabiliza. A ereção dele, pulsante, latente, pressionada contra suas coxas, a faz perder qualquer controle que ainda restava. Instintivamente, seu corpo responde, movendo-se contra o dele como se implorasse por mais.
Vivienne se move contra ele, o corpo agindo por conta própria, implorando sem palavras. Seus dedos encontram os cabelos dele, segurando-os com força, enquanto ela o puxa para mais perto. Seus lábios roçam os dele, uma mordida leve e provocante, antes de beijá-lo com urgência, um beijo que traduzia tudo o que ela queria e não sabia dizer. Cada toque parecia incendiar sua pele, cada movimento dele fazia seu corpo ceder mais ao magnetismo inevitável entre os dois.
— Dom. — Vivienne sussurra, o nome dele saindo como um gemido carregado de desejo e conflito. O calor que emana dele é sufocante, e ela sente a força do desejo dele, tão palpável quanto os músculos que a seguram com firmeza. — Prometo que, quando você voltar, serei um livro aberto. — Confessa, a voz tremendo, como se cada palavra fosse uma chave entregue a ele, uma rendição que jamais imaginou fazer.
Dominic para, mas não por hesitação. Ele a encara com intensidade, os olhos fixos nos dela, carregados de um misto de desejo e necessidade. Seu olhar desliza por cada traço do rosto dela, como se quisesse gravar cada detalhe em sua memória, buscando algo, uma resposta, um sinal, ou talvez a permissão silenciosa que ele já sabia ser sua.
— Um livro? — Dominic murmura, a voz baixa e rouca, carregada de uma malícia que faz a pele dela se arrepiar instantaneamente. Ele se inclina, os lábios perigosamente próximos ao ouvido dela, sua respiração quente enviando ondas de tensão pelo corpo de Vivienne. — Eu não quero esperar, Vivienne. Quero abrir cada página agora, explorar cada palavra, devorar cada linha. — Sussurra, o olhar deslizando até os lábios dela, tão tentadores e deliciosos que parecem feitos para serem tomados por ele.
As mãos de Dominic deslizam com propósito, descendo lentamente pela lateral do corpo dela, os dedos firmes traçando cada curva como se estivessem marcando território. Ele explora cada detalhe com uma confiança que faz Vivienne prender a respiração, o calor do toque dele enviando ondas de excitação pelo corpo dela. Quando seus dedos encontram os seios, ele para deliberadamente, deixando o momento se prolongar, saboreando como o peito dela sobe e desce em resposta à expectativa.
— Não resista, Vivienne. — Ordena, a voz rouca, porém firme. Suas mãos apertam as coxas dela com força suficiente para fazê-la arfar, e ele desliza os dedos lentamente, subindo o vestido como se cada movimento fosse calculado para dominá-la por completo. — Deixe-me cuidar de você do jeito que só eu posso. — Sussurra, enquanto seus dedos encontram a intimidade dela, acariciando-a por cima do tecido fino da peça íntima, provocando-a com toques que a deixam sem fôlego. — Permita-me retribuir seus cuidados com muito prazer. — Pede, tomando os lábios dela em um beijo ardente, sua língua explorando cada canto, reivindicando-a completamente, enquanto seus dedos não param, continuando a estimulá-la. — Ah, pequena. — Murmura, a voz carregada de um desejo intenso, quase primitivo. Ele afasta a calcinha dela para o lado, seus dedos deslizando diretamente pela umidade quente que o recebe. O contato faz seus olhos se fecharem por um instante, como se estivesse saboreando e absorvendo cada sensação, cada resposta que ela oferece. — Tão pronta para mim. — Sussurra, sua voz rouca e carregada de posse, enquanto seus dedos se movem com mais intenção, explorando-a com movimentos precisos que arrancam de Vivienne gemidos que ela não consegue conter.
Cada som que ela faz é um combustível para ele, alimentando o desejo que transborda em cada gesto. Dominic se inclina, sua respiração quente passando lentamente pelo pescoço dela, enquanto ele continua a provocá-la. Seus dedos, firmes, comandam cada reação do corpo dela, arrancando respostas que a deixam completamente à mercê dele.
— Você é minha, Vivienne. Cada parte sua me pertence. — Afirma, sua voz, um misto de desejo e autoridade inquestionável. Ele intensifica os toques e a proximidade, como se exigisse não apenas sua entrega física, mas algo ainda mais profundo. — E eu não aceito nada menos do que sua total rendição.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Escolha Certa com o CEO Errado