Enquanto Caleb falava, as mãos de Cynthia seguravam as correntes firmemente. Esses tipos de situações a assustavam. Ele tinha um lado duro e cruel que a fazia tremer de terror. "Você realmente acredita que eu gostaria de estar aqui com você? Você me repugna.”
Enquanto sua coragem gradualmente aumentava, sua voz tremia em medo e ódio inconfundíveis enquanto as lágrimas escorriam mais fortemente pelo seu rosto.
"Você não entende, entende?” Caleb questionou, sua irritação e raiva audíveis em sua voz.
“Eu não ficarei parado enquanto você continua a me desafiar.” Enquanto seu dedo acariciava uma aréola rosada, ela estremeceu e encolheu-se quando se contraiu sob seu toque.
"Eu ia tratar você bem, mas você não merece por causa do que fez", disse ele. Suas mãos localizaram seu par e provocaram até atingir o ápice. "Por que você tentou fugir? Nós tínhamos um acordo.”
"Eu te disse que estava apenas ajudando Natalie. Ela tem um companheiro; ela não tem o direito de ser mantida aqui. Você nunca desistiria de me procurar, eu sei disso. Você pode me odiar por qualquer motivo, mas eu não posso deixar os outros sofrerem por minha causa.”
"Que admirável de sua parte." Ele disse em um tom de zombaria. Ele se dirigiu a uma mesa no canto e retirou um chicote.
Depois, ele se afastou dela. Seu corpo imediatamente doeu, e ela gritou enquanto uma explosão de dor corria pelas suas nádegas. Ela ouviu o assovio do ar antes do chicote pousar na outra bochecha. Ele continuou dessa forma, empurrando seus quadris para a frente a cada golpe humilhante, enquanto ela se contorcia nas correntes e danava nos dedos dos pés.
Depois de um tempo, ela gritou, "Por favor. Pare agora.”
“Cynthia, minha querida. Eu acabei de começar.” Ele zombou.
Ela gritou ao sentir uma mão provocar a carne derretida entre os cachos indefesos entre suas coxas trêmulas. Quando dois dedos grossos pressionaram sua buceta lisa, seu fôlego parou na garganta, e ela afastou as coxas. Ele tinha que ter feito algo para que seu corpo pulsasse por ele, mesmo enquanto ele a punia, certo?
"Seu corpo anseia por ser montado e controlado. Você gosta bruto, não é? Eu me pergunto se aquele bastardo do George foi capaz de lhe dar tal prazer.”
Enquanto George era cruel com ela. Ele nunca se importou em dar prazer a ela. Contanto que ela ficasse como uma rocha enquanto ele a penetrava. Ela estava segura. Ele só a punia quando ela não conseguia engravidar após cada ciclo de cio. Ela percebeu Caleb se mover para ficar diante dela. Ela gritou de surpresa quando ele pegou um joelho, levantando-o do chão e o acomodando contra seu quadril, mandando seu outro pé numa loucura para manter o equilíbrio.
Ela pediu em dor, "Não", sem saber que punição adicional ele tinha para ela. Sua mente e corpo estavam em conflito; ela queria que ele terminasse esse terrível tormento, mas sua buceta ansiava por sua agressão brutal.
Quando seu dedo a provocou e passou pelos seus cachos úmidos, ela soluçou.
Ploft! Ele a deu um tapa lá, mandando uma dor requintada atingindo seu botão pulsante de prazer enquanto seu dedo fazia um som constrangedor de sorver.
"Oh, não!"
Ela sentiu seu corpo estremecer, a umidade escorria de sua intimidade, e seus mamilos esquecidos contraíam. Ela nunca tinha se sentido tão temerosa e devassa como naquele exato momento.
"Cynthia, você ainda quer me desafiar?" Ele sussurrou.
Ela gritou, "Não.”
"Você quer negar o que tenho o direito de tomar?”
Agora ela se contorcia sem fôlego enquanto aproveitava o prazer proibido a cada tapa rápido.
Ploft.
"Responda-me!" Ele rugiu.
"Eu farei tudo que você quiser, só me deixe…,”
Ele riu jubiloso enquanto mergulhava um dedo grande em sua bainha úmida.
"Deixar você o quê?”
A espinha dela formigou quando sua língua desceu até sua orelha, chupando e mordendo. Ele lançou um olhar longo e intenso nos olhos dela, ofuscados pela paixão.
"Eu quero a sua promessa."
Os olhos dela baixaram, sobre seus seios corados. Suas pernas esbeltas o abraçaram, amando a sensação dele dentro dela. Ela sabia que nos dias em que ele a manteve cativa, saqueando sua carne à vontade, derramando seu sêmen profundamente dentro dela, ele tinha capturado mais do que seu corpo.
Ela virou-se para olhar nos olhos esmeralda dele e disse solenemente: "Eu juro que não vou te deixar."
Ele arqueou uma sobrancelha enquanto acariciava o lábio inferior dela com o polegar.
Ela prendeu a respiração enquanto ele fechava os olhos. Quando os abriu novamente, revelou as profundezas verde-escuras. Ele assentiu levemente. Toda a sua resistência anterior havia desaparecido até o momento em que ele a soltou, e ela escondeu o rosto corado em seu ombro. Enquanto ele passava a mão de maneira acalmadora para cima e para baixo pela coluna de marfim de suas costas, segurando-a em seus braços.
"Você já teria levado um tiro na cabeça há muito tempo, se não fosse útil para mim. Da próxima vez será pior se tentar fugir novamente.”
Ela olhou para Caleb com terror, tremendo de medo e frio sob a gravidade em seus olhos. Ela se perguntou como poderia ser útil para ele além de ser sua boneca sexual, mas não ousou questioná-lo.
Cynthia concordou silenciosamente, disposta a mantê-lo feliz de qualquer maneira.
Ao aceno de Cynthia, Caleb riu baixinho para si mesmo. Caleb se ajoelhou e lentamente levantou seu corpo dolorido, carregando-a nas costas pela escada.
Seu lobo não estava feliz por ele ter torturado a garota. Caleb não conseguiu deixar de se perguntar por que ele não estava simplesmente fazendo com que ela passasse a noite na cela abaixo, como poderia ter feito. Ele obviamente não permitiria que ela perecesse no frio lá embaixo. Para ele, ela era valiosa demais para deixar morrer. Mas havia algo mais, algo que nunca tinha experimentado antes, que o instigava a tratá-la bem.
Com Cynthia encostada em seu ombro, Caleb entrou no quarto principal em questão de minutos depois de chutar abertas as duas grandes portas com seus pés. Ele a colocou num enormo tapete de pele de urso em frente à lareira acesa. Lobos tinham resistência maior ao frio, mas o lobo de Cynthia estava reprimido pela sua coleira. Ele recuou e observou enquanto ela se enrolava no tapete para reunir o máximo de calor que podia, enquanto ele começava a se despir na parte escura do quarto, com o fogo como única fonte de luz.
Cynthia abraçou seu corpo enquanto o calor do fogo queimava sua pele. Com cada segundo de calor, sua mente começava a aquecer suavemente e a ficar lúcida após sentir-se anestesiada pelo frio. Cynthia lentamente começou a acariciar seus braços para aumentar o calor em seu corpo. No tapete aconchegante em frente à lareira, ela experimentou pela primeira vez em dias, uma sensação de tranquilidade e conforto. Mas foi efêmera.

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