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A Esposa Desprezada pelo CEO Terá Gêmeos romance Capítulo 102

Bianca passou um longo tempo na cozinha, com a mente divagando na receita de lasanha que estava prestes a preparar. Embora quase nunca a fizesse, ela se lembrava perfeitamente de cada passo, de cada ingrediente. Era um daqueles pratos que os gêmeos amavam, e, como não tinha ido trabalhar, decidiu que era o momento perfeito para mimá-los. Com um avental amarrado na cintura, ela juntou a carne moída, as folhas de massa, o molho de tomate e o cremoso queijo muçarela, e pôs as mãos na massa.

O aroma da lasanha assando encheu o apartamento. Um pouco antes da tarde, ela ouviu o barulho da porta se abrindo.

— Mamãe, você está aqui! — A voz de Henry ecoou no corredor, cheia de surpresa e alegria.

— Mamãe! — repetiu Olívia, correndo em direção a Bianca com os braços abertos.

Bianca se virou, sorrindo, e deixou a colher de pau na panela. Os gêmeos se jogaram sobre ela, abraçando-a com força. O calor de seus pequenos corpos a encheu de uma felicidade que não podia ser comparada a nada.

— Sim, meus amores. Estou aqui.

Júlia apareceu atrás deles, com uma expressão de espanto.

— Bianca, pensei que você ainda estivesse no trabalho.

— Eu não fui.

— É sério que você não foi trabalhar? — Henry questionou, olhando para a mãe com seus olhinhos curiosos.

Bianca riu.

— Não, fiquei em casa. Venham, lavem as mãos. A comida já está pronta.

Depois que as crianças se sentaram para comer a deliciosa lasanha que Bianca havia preparado, o ambiente se encheu de risadas e conversas animadas. Os gêmeos comiam com gosto, seus pequenos rostos manchados de molho de tomate, e Bianca não conseguia parar de sorrir ao vê-los tão felizes.

Júlia se sentou à mesa, e Bianca lhe ofereceu um prato de lasanha.

— Tome, experimente um pouco.

— Ah, muito obrigada, Bianca. Cheira delicioso.

Depois da refeição, as crianças foram tomar banho, e Bianca e Júlia se sentaram na sala.

— Na verdade, eu não pude ir trabalhar — esclareceu Bianca, sorrindo.

Os olhos de Júlia pousaram sobre ela.

— Aconteceu algo? É que, quando vim de manhã, estava tudo tão silencioso que pensei que você já tinha saído.

— Eu estava me sentindo mal e, por isso, fiquei no quarto. Mais uma vez, obrigada por levar as crianças para a escola. Já estou melhor, na verdade, me sinto completamente recuperada, então não há com o que se preocupar. Por outro lado, como estou aqui, você pode ir para casa mais cedo e assim terá tempo para descansar e estudar, como de costume.

Júlia assentiu com a cabeça, levantou-se da cadeira e disse: — Muito obrigada, Bianca. A propósito, a lasanha estava deliciosa.

— Obrigada — respondeu Bianca, sorrindo. Depois de se despedir de Júlia, ela se dirigiu às crianças.

— Mamãe, eu gosto quando você penteia meu cabelo — Olívia expressou com uma voz meiga, enquanto Bianca escovava seu cabelo.

Bianca sorriu.

— Então, você gosta disso, princesa?

Enquanto isso, Júlia caminhava pela calçada entre algumas pessoas que atravessavam de um lado para o outro. De repente, ela se encontrou sozinha, a rua deserta, sem uma alma à vista. O lugar se tornou um pouco perigoso para ela e seu coração começou a bater forte. Sentiu como se alguém a estivesse seguindo e disse a si mesma que provavelmente era apenas sua imaginação.

Ela parou de repente e virou para trás. Ao fazer isso, alguém a agarrou.

— Ajuda, por favor! Me solta! Me solta! Alguém me ajude! — gritou, mas o homem colocou a mão em seu rosto com tanta força que ela não pôde se defender.

Eram dois homens, não um, e a estavam prendendo. De repente, mais alguém apareceu na cena e atingiu um dos homens com uma destreza tão surpreendente que a deixou paralisada. O segundo homem também foi derrubado.

— Vamos, temos que sair daqui — ele disse com uma voz desesperada, enquanto segurava seu braço.

Júlia, em choque, deixou-se guiar pelo homem, até chegarem a um carro. Sua mente estava em modo automático, só pensava em se salvar, em deixar-se guiar pela mão daquele desconhecido que parecia um anjo. Quando estava dentro do carro, ainda respirava com dificuldade. O homem entrou pelo outro lado do carro e deu partida.

Depois de alguns segundos, a mulher teve a coragem de virar a cabeça e olhar para seu salvador.

— Quem é você? — perguntou com voz nervosa.

O homem, de aparência atlética, vestia roupas casuais e tinha atraentes olhos cinzentos. Ele a olhou antes de voltar a fixar o olhar na estrada e se concentrar na condução.

Ele era realmente bonito.

— Meu nome é Isaac Ferrer — ele disse. — Você está bem?

— Eu...

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