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A Esposa Muda do CEO romance Capítulo 101

Seus dedos ágeis introduziram a segunda esfera, e quanto ambas se chocaram dentro dela, a vibração foi como um sino ressoando em seu ponto mais sensível. Lucila mordeu a boca, gemendo, enlaçando o pescoço dele com suas pernas.

Isso era.... Impossível...

Era delicioso a sensação, o que fazia com seu corpo, que se contraia e relaxava involuntariamente em volta das esferas.

- Ficou perfeito em você, querida. – ele disse, naquele tom sexy.

Em seguida, beijou sua fenda escaldante, e começou a colocar sua calcinha no lugar. Ainda dominada pelo prazer debilitante, Lucila segurou a mão dele quando pegava sua saia do chão.

“Vi... – ela vacilou. – Vitório, não vai deixar elas dentro de mim.....não é?”

Ele sorriu maliciosamente, elevando seu quadril com facilidade para ajustar a saia dela, uma mordida leve foi deixada em sua coxa esquerda.

- E como você vai desfrutar do meu presente se eu o retirar agora, querida? – um beijo cobriu a pele marcada de vermelho onde ele mordeu. – Essa será uma lembrança do que eu quero fazer com você hoje à noite. Tenho certeza que vai adorar, me....sentir assim, mesmo que eu não esteja aqui. Portanto, não tente tirá-lo.

Lucila sentia seu corpo todo arder em brasas, o calor fez ela buscar o ar condicionado para saber em que temperatura essa coisa estava, e porque continuava queimando desse jeito. Quando o localizou, soltou um resmungo baixo, contrafeito; o visor marcava quinze graus.

Enquanto ela se perdia no desejo inflamado com seu corpo louco com essas esferas, Vitório pegou a segunda caixa, e a abriu revelando uma fina corrente de ouro branco, com um pingente abstrato curioso.

“O que...- um suspiro profundo – o que é isso, agora?”

- Ah isso..? – ele perguntou com um sorrisinho malicioso, enquanto a trazia para seu colo, fazendo as esferas se chocarem dentro dela, e Lucila se contorcer em seus braços, agarrando sua camisa com força. – Faz parte do seu presente. – ele respondeu, de encontro a boca dela.

Desconcertada, ela o encarou incrédula. O que viria agora?

“Como assim? – outro gemido escapou quando ela a pressionou contra sua ereção enorme. “Pare de me fazer...- ela arfou. - Você está sendo cruel, isso é... imoral e...”

- Delicioso, instigante, gostoso! – ele respondeu, mordiscando a boca dela, enquanto pegava a corrente.

Totalmente perdida naquele turbilhão sensual de excitação, desejo, e sensações, ela o viu colocar a corrente no próprio pescoço, e abrir os primeiros botões da camisa para guardá-la.

“Como isso pode ser parte disso aqui?” perguntou, apontando para a própria virilha.

- Nosso tempo acabou, querida. – ele disse, a beijando profundamente, fazendo sua língua se perder na dele. – Espero que goste de cada segundo do prazer que preparei para você.

Ele a colocou de pé, e sem cerimônia, arrumou sua ereção, com aquele olhar predador fixo nela.

“Eu não vou conseguir trabalhar assim. Por favor... – Lucila tentou de novo, seu corpo febril de desejo, se contraindo com as esferas. – A noite, quando a gente estiver em casa...”

- Vamos continuar o que você tanto quer, e não tem coragem de pedir ainda. – ele respondeu com aquele sorriso de canto devasso.

Com um último beijo em sua boca, ele caminhou na direção da porta, e antes de fechá-la atrás de si, ele disse.

- A propósito, acho uma ótima ideia a do doutor. Vai ser incrível levar as crianças ao parque. É na sexta, não?

Lucila só anuiu se sentindo incapaz de qualquer outra coisa, desconcertada. Ele não tinha esquecido tudo que houve no refeitório? Por que estava falando do Eric de repente, enquanto ela estava ali quase implorando por...

- Ótimo. Tenho certeza que o Olavo vai gostar da ideia. – ele deu uma piscadela. – Até o jantar, querida.

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