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A Esposa Muda do CEO romance Capítulo 100

A boca dele se apossou dos lábios de seu sexo com aquela fome insaciável que sempre a consumia e fazia seu corpo queimar. Não havia limites para o prazer quando estava com ele, e quando não estava, se perdia nas lembranças da intensidade desse desejo desenfreado.

Não imaginava que sexo podia ser tão bom, tão estimulante e tão... cheio de sensações vibrantes.

A língua de Vitório a penetrou com calor e firmeza, Lucila gemeu agarrando seus cabelos grisalhos com mais força. Se fosse capaz de gritar, neste momento não conseguiria se conter. Seu clitóris inchado estava cada vez mais sensível, estimulado pela barba dele, seu corpo se contorceu com o beijo profundo, que sugava sua lubrificação.

E não teve mais como se manter no controle, o orgasmo explodiu em seu corpo e na boca de Vitório.

Arfando, gemendo baixinho, seu corpo em chamas, ela olhou para ele que se afastava com um sorriso devasso, passando a língua por seus próprios lábios. Um de seus dedos substituiu a boca dele, entrando e saindo suavemente de dentro dela.

- É oficial. Estou viciado no melado dessa sua bucetinha pequena. – ele disse, fazendo o rosto dela queimar com o tom da sacanagem. – Não fique assim, com essa cara de virgem pervertida. – Ele sorriu provocando-a com seus dedos. - Vai me fazer acabar de perder o juízo, e eu só vim aqui para te dar isso...

Ele pegou a caixa de veludo menor, com a mão livre, e a segurou sobre a coxa de Lucila.

- Está curiosa para saber o que é? – perguntou retirando os dois dedos de dentro dela, e acariciando os pequenos e os grandes lábios melados.

“Sim... – assumiu, tentando ignorar a mão dele entre suas coxas. – Pare de me provocar assim, eu ...mal consigo pensar.” Gesticulou tentando regularizar sua respiração ofegante.

Os olhos dele estavam focados nos dela, quando finalmente abriu a caixa revelando algo que parecia um chocalho com duas esferas de metal escuras.

“O que é isso? – perguntou curiosa e ao mesmo tempo tensa.

Em muitas conversas com Sam e Mel, ela descobriu que os casais gostavam de usar “coisas” em seu relacionamento íntimo. Nem sempre eram brinquedos eróticos, às vezes poderia ser algo comum do dia a dia. Mas esse negócio não se parecia com os brinquedos atrevidos que Samanta mostrou para ela pela internet, e também não era um acessório daquelas roupas fetichistas que Mel gostava de comprar.

Vitório tirou o fio de silicone trançado que segurava as esferas uma na frente da outra, e as colocou na palma da mão de Lucila.

- Elas são chamadas de bolas de Kegel. – ele explicou, fazendo as esferas girarem, produzindo uma vibração suave, como se algo dentro dela estivesse se movendo. – Sente a vibração?

A mão livre dele continuava em sua coxa, a massageando suavemente, ainda a entorpecendo. Mas uma cintilação daquela íris verde inundada pela prata derretida, a fez sentir o ímpeto, o desejo camuflado sob a camada de sensualidade charmosa e dominante; um ímpeto que a fez perceber finalmente do que se tratava esse objeto de nome incomum.

“Isso é algum tipo de brinquedo sexual?!” – perguntou desconcertada.

- Sim e não. – ele disse, pegando o fio trançado de silicone. – O que precisa saber por hora, é que se trata de um estimulador. – ele passando as esferas suavemente sobre o dorso da mão dela.

Com ele, ela se sentia viva de um jeito novo, como se tivesse sido criada para existir apenas ali, sob seu toque, entre suas palavras profundas em tom baixo e possessivo. Não era só desejo o fio condutor dessa atração feroz. Era como se a presença dele acendesse camadas adormecidas dentro dela e, mesmo em meio ao calor, à tensão, aos comandos, havia uma segurança inexplicável.

Como se, no caos sensorial que ele provocava, o único lugar verdadeiramente seguro do mundo fosse aquele, sob o toque Vitório.

As mãos dele levaram seus joelhos sobre os ombros musculosos, beijos na parte interna de suas coxas dispararam reações elétricas em seu corpo. As esferas seguiam a mesma trilha deixada pela boca dele, e quando elas chegaram ao centro de seu calor, Lucila prendeu a respiração, imaginando o que ele faria.

Vitório passou a primeira esfera desenhando sua fenda molhada. A suave vibração fez Lucila engolir em seco, e ansiar por mais.

- É bom, princesa? – ele perguntou, agora fazendo ela deslizar por seu clitóris. – Diz para mim, se você gosta.

Um aceno desnorteado e um suspiro entrecortado por murmúrios de prazer foi sua resposta.

Lentamente, seus dedos foram pressionando as esferas ligadas pelo fio trançado de silicone, até que elas estivessem embebidas em seu mel quente que continuava a verter. A primeira foi encostada em sua entrada, o indicador dele a introduziu devagar, fazendo Lucila arquear os quadris com a sensação delirante que aquilo estava causando.

- Olhe só para você. Toda erótica para mim... – ele murmurou naquele tom rude gostoso que fazia o peito dela pulsar. – Está tão molhada que vai ficar perfeito em você. – disse sugando suavemente seu clitóris palpitante.

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