Em seguida, vieram Charles e Diana, os pais de Isla. Charles beijou a bochecha de Mercy.
— Força e graça. Você tem ambos
Diana a abraçou calorosamente, entregando-lhe outra caixa, uma delicada pulseira de safira.
— Use com saúde, querida. Você é da família agora.
Mercy aceitou, sobrecarregada, mas tocada.
— Eu não sei o que dizer..."
— Apenas prometa nos visita. — Respondeu Diana com uma piscadela.
As crianças vieram logo depois, com abraços para todos os lados. Os gêmeos de Elara, Tray e Tracy, agarraram-se às pernas dela primeiro, apertando com força.
— Venha nos visitar, tia Mercy! — Disse Tray.
— E faça panquecas! — Acrescentou Tracy.
Todos riram.
Sophia e seus irmãos, os três filhos de Sebastian e Ava, amontoaram-se em seguida com dedos pegajosos e sorrisos brilhantes.
— Queremos outras férias na sua casa! — Declarou Sophia.
— Com mais panquecas!
Antes que Mercy pudesse responder, Aurelian interveio, com a voz firme, mas brincalhona.
— Nada de mais férias. Eu quero minha esposa só para mim.
As crianças fizeram beicinho dramaticamente. Os adultos riram baixo.
Elara cruzou os braços.
— Egoísta como sempre, irmão.
Aurelian deu de ombros, sem se desculpar, mas seus olhos suavizaram quando olhou para Mercy.
Isla, observando ao lado de Gabriel, inclinou-se para o marido. Sua voz era um sussurro:
— Quando foi que o Aurelian se tornou tão brincalhão?
Gabriel envolveu a cintura dela com um braço, puxando-a para junto de si. Ele pressionou um beijo terno no topo da cabeça dela. — No momento em que encontrou a mulher que o completa. Nosso filho está apaixonado, Isla.
Os olhos de Isla ficaram levemente marejados. Ela descansou a cabeça no ombro dele, observando Aurelian pairar protetoramente perto de Mercy.
— Ele está. E é lindo.
As despedidas continuaram com abraços calorosos de Uriel e Sarah, um aperto de mão firme de Desmond e um sorriso de Stephanie. Landon e Mia desejaram felicidades; Peter e Sofie prometeram visitar em breve; Ben e Betsy a convidaram para um chá.
Carl Wyndham, o mais quieto dos trigêmeos, chamou-a de lado por último.
— Você domou o indomável. — Disse ele com um sorriso irônico. — Muito bem.
O polegar dele encontrou o clitóris, circulando com firmeza. Mercy arquejou, a cabeça caindo no ombro dele.
— Sim... Oh Deus...
Ele adicionou um segundo dedo, estocando mais fundo. Sua mão livre envolveu o seio dela por cima do suéter, beliscando o mamilo.
— Quero te ouvir gritar de novo. — Continuou ele.
— Quero sentir você se apertar ao meu redor... me ordenhar até o fim.
Ela estava perto, os quadris movendo-se, a respiração curta. Aurelian observava o rosto dela, com olhos famintos.
Mas, quando o carro virou na estrada principal, ele diminuiu o ritmo, retirando os dedos exatamente quando ela estava prestes a atingir o limite.
— Ainda não. — Disse ele, beijando-a suavemente.
— Guarde para quando chegarmos em casa.
Mercy soltou um lamento de frustração, mas a promessa nos olhos dele fez seu pulso disparar.
A viagem se estendeu e a tensão aumentou a cada quilômetro. Quando chegaram à rodovia, ambos estavam em chamas.
Mas Aurelian sussurrou contra o ouvido dela:
— Logo.

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