(Ponto de Vista de Kennedy)
— Que provocadora do car*lho… Quero saber o quanto você está molhada por minha causa.
— Então olhe para baixo. Essa calcinha de renda está arruinada por sua culpa. Mantenha as mãos no colchão. Bom garoto. Ah, porra! Sim! Ahhh!
Enterrei minha intimidade contra ele com tanta força que a renda começou a apertar onde tinha saído do lugar. Ainda assim, eu fui até o fim. Afinal, era impossível interromper algo tão bom no meio do caminho. Só depois, quando me movi para descer de cima do Ryker, percebi que as paredes da minha intimidade ainda tremiam, pulsando com o resto daquele prazer.
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— Espera! Para onde você vai? — Ele se mexeu como se fosse tentar me impedir.
— Eu estou toda melada por sua causa. Vou tomar um banho. Quero estar limpa antes de dormir.
— Posso assistir?
Fingi pensar por um instante. "Queria ele assistindo tudo? Óbvio. E a ideia de continuar torturando ele? Ainda parecia boa demais para deixar passar." Então apenas assenti uma vez antes de começar a me afastar.
— Você não tem permissão para se tocar de jeito nenhum. — Avisei por cima do ombro.
— Posso assistir você se tocar? Eu sei que ainda tem outro orgasmo aí dentro. Aquela noite na varanda ficou marcada para mim… Principalmente porque eu não consegui ver você gozar. Esse foi meu único arrependimento.
— P*rra…
— Ainda não, Alfa. — Ele tinha comentado que, desde que eu cheguei ali, eu só tinha chamado o lobo dele de Alfa. No entanto, eu me lembrava claramente de ter usado esse título naquela noite na varanda e de ter recebido uma reação bem interessante… Talvez eu guardasse o título de Ryker para momentos como esse. E só podia torcer para que tivéssemos muitos outros.
A água escorria pelo meu corpo enquanto meu cabelo e a lingerie se encharcavam devagar. O desejo dele estava espalhado pelo ar, pesado, quase tangível. Bastava eu me concentrar naquela sensação, permanecer ali por mais um instante, e provavelmente gozaria outra vez. Mas aquilo não seria nem de longe tão divertido quanto torturar ele…
Portanto, me virei e me apoiei na parede de pedra, sentindo a superfície áspera nas costas enquanto encarava ele direto. Ryker tinha obedecido e permanecia segurando a parte metálica da porta. E, pelos dedos dele, já avermelhados, dava para imaginar a força com que estava apertando, provavelmente já entortando o material.
A bermuda de basquete dele parecia prestes a ceder nas costuras por causa da ereção enorme. Eu não me mexi. Só fiquei ali, parada, enquanto ele me observava. O olhar dele começou nos meus pés e foi subindo devagar, numa lentidão quase torturante. Quando finalmente chegou aos meus olhos, eu já estava ofegante.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Luna Indesejada do Alfa
E a história da Kennedy + Ryker nunca mais voltou.......
Parecis legal. Mas ai começa o autoritarismo e machismo e tudo perde a graça e fica mais do mesm9...