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A Luna Indesejada do Alfa romance Capítulo 166

(Ponto de Vista de Kennedy)

— Ahhh... O "por favor"... Ah... Ou foi o seu nome?

— Ahhh... Porr*! Os dois. Eu gosto quando você implora. — Ele levou a mão até meu queixo, segurando-o enquanto arrastava o polegar pelos meus lábios. — Mas eu amo pra car*lho o jeito que o meu nome sai desses lábios. Porr*... Goza para mim, amor.

Foi como se ele tivesse um interruptor capaz de ligar cada nervo do meu clitóris. Ele me pressionou ainda mais contra o corpo dele, e minha bucetinh* pulsou, tentando apertar o nada. Mas, mesmo assim, a intensidade foi igual a qualquer outro orgasmo que ele já tinha arrancado de mim. E provavelmente eu estava deixando marcas de unha na parte de trás do pescoço dele.

— Alfaaaa!!! Opa… Caralh*, foi mal! — Após dizer essas palavras, ele saiu.

— Que porr* foi essa? — Perguntei, olhando por cima do ombro na direção da porta.

— Um Delta morto andando. — Ryker rosnou.

Então tentei me levantar.

— Isso pareceu importante... Precisamos ir…

— Isso é importante, e eu ainda não terminei com você. — Ele me puxou de volta contra ele.

Soltei uma risada baixa.

— Agora temos tempo de sobra, já que você decidiu que não vai me deixar se livrar de você. — Segurei o rosto dele e o beijei, então saltei do colo dele enquanto ele ainda estava distraído.

— Isso não é justo. Você não pode usar esse seu jeito sexy para conseguir o que quer.

— Achei que já tinha ficado claro que eu vou usar qualquer ferramenta que tiver para conseguir o que quero. — Sorri para ele e estendi a mão. — Vamos ver o que o Delta morto precisava quando resolveu interromper tão rudemente.

Ryker soltou um gemido frustrado, mas ainda assim pegou minha mão e se levantou, andando atrás de mim enquanto fazia uma cara emburrada digna de uma criança. Em seguida, abriu a porta com muito mais força do que o necessário, provavelmente porque já tinha sentido o cheiro do Danny bem do outro lado.

Diante disso, afastei-me só o suficiente para provocar o Danny, embora ainda mantivesse meus lábios tocando os do Ryker.

— Parece que o nosso Delta está com problemas na garganta.

Ryker sorriu contra meus lábios e ainda me deu mais um beijo suave.

— Eu também te amo, docinho. Por favor, tome cuidado quando sair hoje. Pede para os caras falarem comigo quando vocês forem sair, ok?

— Ok.

Por algum motivo, minha voz simplesmente não passou de um sussurro. E o pior é que ele sabia exatamente o que aquele sorriso sedutor fazia comigo.

Com isso, precisei me afastar antes que acabasse pulando em cima dele ali mesmo no corredor, bem na frente do Danny, que provavelmente até iria gostar do espetáculo.

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