(Ponto de Vista de Ryker)
Soltei o zíper da calça e enfim libertei o que já pressionava com força, duro feito pedra. Em seguida, envolvi a base com a mão, sentindo a tensão que ele acumulou por horas, desde o momento em que começamos a seguir nossa companheira pelo salão.
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— Ahhh... — Só aquele gemido suave fez meus joelhos fraquejarem, de modo que precisei apoiar a outra mão na moldura da porta de correr. Afinal, os sons dela estavam me levando à beira do colapso.
— Isso... — Ela arfou, e meus movimentos ficaram mais intensos.
Aquilo era totalmente novo pra mim, mas não havia dúvidas de que já tinha ganhado lugar na lista das minhas experiências favoritas. A sensação era tão vívida que parecia que ela estava do lado de fora da minha porta. O que não fazia o menor sentido, já que as varandas eram enormes e ainda havia um portão separando as áreas. Mesmo assim, ela estava ali. Presente. Quase tocável.
— Ahhhhh... — Ela ronronou de forma longa e profunda, e eu simplesmente não consegui me segurar: soltei meu próprio grunhido.
— Ryker? — Mais um daqueles sons baixos, como um ronronar, que fez meu pau latejar ainda mais. Ouvir meu nome saindo dos lábios dela era o tipo de prazer que beirava o divino. Ela não parecia surpresa, muito menos ofendida. Apenas deixava claro que era a mim que ela queria. E isso foi o suficiente para inflar o peito do meu lobo, que se envaideceu tanto que seu ego mal passaria pela porta se ela nos chamasse para se juntar a ela.
A verdade era que qualquer palavra dita por aquela boca virou obsessão. Para ele e para mim.
— O quê? — Rosnei entre os dentes cerrados.
— Não falta muito. Me guia. Me diz exatamente o que eu tenho que fazer... — Aquele pedido simples quase me fez gozar ali mesmo. Gemi alto.
Depois de algumas respirações mais profundas, quando consegui enxergar direito, rosnei:
— Coloca os dois dedos, com calma. Sente, desliza bem lento. — Outro arfar. — Quero ouvir o quanto você está molhada por mim.
'Mas...?'
— Put* m*rda, isso foi gostoso demais. — Ouvi a respiração ofegante dela do lado de fora da porta. — Obrigada. Boa noite, Alfa. — Ela soltou uma risadinha doce, e então ouvi seus passos silenciosos, seguidos pelo som da porta se fechando.
"Como é possível eu ficar duro de novo só com a risadinha dela? Aquela mulher vai ser o meu fim…"
'Companheira…' Meu lobo gargalhou dentro de mim, agora projetando imagens dela naquela noite: falando, sorrindo, dançando, se afastando de mim. "Droga! Nada daquilo estava ajudando na minha situação!"
Logo, precisei me aliviar mais duas vezes: uma no chuveiro, imaginando ela se tocando enquanto pensava em mim, e outra já na cama, desta vez fantasiando que ela me montava com força e rapidez… Antes de finalmente conseguir dormir.
"Sim. Estou fod*do…"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Luna Indesejada do Alfa
E a história da Kennedy + Ryker nunca mais voltou.......
Parecis legal. Mas ai começa o autoritarismo e machismo e tudo perde a graça e fica mais do mesm9...