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A Luna Indesejada do Alfa romance Capítulo 418

(Ponto de Vista de Ben)

Estava sendo necessário reunir todo o meu autocontrole para permanecer ali, sentado, cuidando dela com calma. — Foi por isso que você não esperou pelo seu companheiro. — Perguntei, sem me incomodar com o fato dela não ser virgem, até porque eu também não esperei pela minha, então não cabia a mim julgar, mas ainda assim ajudava saber que havia um motivo.

— Sim. Era algo que eu podia controlar, e ter um filho de Alfa ou um guerreiro na minha cama garantia que eles não tentariam. — Meu lobo rosnou só de imaginar qualquer uma dessas situações, enquanto ela se aconchegava ainda mais contra mim, com os braços deslizando por baixo dos meus até envolverem minhas costas. Desde que cheguei, nunca tinha sido assim, era a primeira vez que ela me tocava por vontade própria fora do treino, e naquele momento, pronto, eu já estava perdido, completamente rendido a ela por causa de um gesto tão simples, mas cheio de carinho.

— Ninguém pode te ter. — Afirmei. — Eu não sou da sua alcateia, e não foi assim que fui criado. Você é minha companheira, só minha. Se alguém sequer brincar de encostar em você, vai apanhar até quase morrer e depois vai ser jogado nas celas para se recuperar como um humano. Seus anciãos já eram. Eles não têm lugar na nossa alcateia, muito menos na liderança, se acham que podem se aproveitar de você ou que eu vou ficar parado permitindo esse nível de desrespeito. — Ela assentiu contra o meu peito. — Agora, companheira, posso te marcar para que a gente se cure e dê o fora dessa nevasca de bruxa?

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Ela inclinou o rosto na minha direção, com os olhos verdes brilhando, enquanto os cabelos vermelhos se espalhavam pelo meu braço. Naquele instante, eu não consegui focar em nada além do rosto dela, porque qualquer coisa além disso poderia me fazer perder o controle e tomá-la ali mesmo, e ela merecia mais do que isso.

No entanto, não me movi, pois ela precisava dizer com palavras, precisava deixar claro que queria aquilo. Ia acontecer, e logo, mas eu esperaria se fosse o que ela pedisse.

— Eu não quero ser um brinquedo. — Sussurrou, quase sem ar.

— Eu já te disse, ninguém vai te tocar. Nunca. Mesmo que você diga não agora, você ainda é minha, só minha. — Beijei sua testa, apertando-a mais contra mim. — Mas, se você disser "sim", posso garantir que muita gente vai apanhar só por olhar para você por tempo demais, e isso vai ser eu tentando ser gentil. — Senti o sorriso dela contra o meu peito, enquanto seus braços se apertavam ao meu redor. O corpo dela já tinha se decidido, agora eu precisava ouvir as palavras.

Ela se afastou só um pouco, mas foi o suficiente para arrancar um gemido baixo do meu lobo, e então se moveu, deslizando o corpo pelo meu. O som virou um rosnado carente, e meu corpo reagiu na hora, sem que eu pudesse impedir. Afinal, eu a queria demais, e queria terminar o que tinha começado meses atrás, quando a única intenção era fazê-la dormir…

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