Valentino voltou ao Grupo Monteiro e começou a trabalhar.
Pouco depois, Vicente entrou com documentos nas mãos. Ele ainda não havia começado a relatar o trabalho.
Valentino ergueu os olhos, com o olhar frio. — Como está o assunto que mandei você investigar?
— Sr. Monteiro. — Vicente engoliu em seco. — A Vila das Pontes não tem câmeras de segurança, ainda não descobrimos nada.
— Saia. — O polegar de Valentino esfregou a caneta, e sua voz soou fria.
Vicente largou os documentos e saiu rapidamente.
O tempo passou e chegou a noite.
Club Privé.
Otávio colocou um braço no ombro de Valentino, e Arthur caminhava do outro lado.
Os três eram bonitos e tinham uma aura nobre. Assim que apareceram, atraíram os olhares de todos.
— Linda, beba um copo comigo. — O homem com barriga de cerveja tocou o ombro claro de Isabel com seus dedos gordos.
Ele passou os olhos por todo o corpo dela, de cima a baixo.
Isabel moveu os ombros, esquivando-se do toque dele, com desgosto indisfarçável nos olhos.
— Tire suas mãos sujas.
Assim que ela falou.
O homem bêbado levantou a mão de repente para dar um tapa no rosto dela.
"Pá."
Isabel virou o rosto com o golpe, e sua bochecha ficou vermelha.
O homem bêbado tinha bebido muito e apostou com os amigos que ia pegar Isabel. Ao ser rejeitado, ouviu as risadas dos amigos atrás dele.
O que ele menos suportava era a zombaria dos outros.
O barulho foi grande, fazendo com que Valentino e os outros dois olhassem.
Ao ver os olhos claros da mulher, os olhos de Valentino se moveram.

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