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A OBSESSÃO DO CEO: OS TRÊS PEQUENOS GÊNIOS romance Capítulo 814

Assim que Alessandro pensou que o ritual de purificação havia terminado, Tia Maria bloqueou seu caminho com a agilidade de um sentinela.

Luana, notando o cansaço nos olhos do marido, soltou um risinho cúmplice e deu de ombros. — Apenas coopere com ela, querido — sussurrou. — Se não fizer isso, ela não pregará o olho a noite toda.

Alessandro suspirou, resignado. Ele sabia que, se não pulasse aquela bacia, não seria a Tia Maria que ficaria sem dormir, mas sim ele próprio, sendo perseguido pelos conselhos e superstições da velha senhora até o amanhecer. Com um salto preciso e um pouco de paciência, ele finalmente cumpriu a última exigência.

Meia hora depois, Alessandro finalmente cruzou o umbral da sala. Seus sentidos estavam nublados pelo sono, e a ideia de um travesseiro macio era a única coisa que o mantinha em pé. No entanto, ao entrar, deparou-se com uma mesa farta, exalando os aromas de todos os seus pratos favoritos.

— Você sofreu tanto lá fora que emagreceu. Coma mais! — disse o Tio Angelo, com um sorriso radiante e um brilho de orgulho nos olhos. — Olhe só para você, está só pele e osso!

Alessandro abriu a boca para dizer que a única coisa que ele desejava era fechar os olhos por dez horas seguidas. Mas, ao ver o carinho impresso em cada prato preparado pelo Tio Angelo , ele não teve coragem de recusar. — Obrigado, tio — respondeu, sentando-se à mesa.

Ele forçou-se a comer, saboreando não apenas a comida, mas o calor de um lar que quase lhe foi tirado. Cada garfada era um lembrete de que a missão havia acabado e ele não era mais um espião, mas o centro daquela família.

Após o banquete, quando todos os moradores da mansão finalmente se recolheram satisfeitos, o silêncio finalmente reinou.

Alessandro e Luana subiram para o quarto, o refúgio que ele tanto imaginou durante as noites frias de infiltração. No santuário da intimidade, as palavras tornaram-se desnecessárias. Entre abraços e o calor do reencontro, eles mataram a saudade que acumulou durante um ano inteiro.

"Meu amor por você não tem limites. Eu queimaria esse mundo só para está com você denovo".

Então ele a beijou. E aquele beijo não era apenas um gesto de paixão; era a expressão viva de uma vitória conquistada com dor, coragem e um amor inabalável que sobreviveu à distância de um ano inteiro. A boca de Alessandro encontrou a de Luana com uma intensidade profunda e arrebatadora. O mundo ao redor do quarto desapareceu enquanto seus lábios se moviam em perfeita sintonia, explorando-se com uma mistura poderosa de desejo, alívio e devoção.

Não havia pressa naquele encontro; havia profundidade. Cada movimento carregava a memória de tudo o que haviam perdido naquele ano longe um do outro e a promessa silenciosa de tudo o que ainda viveriam juntos. Luana sentia as mãos fortes de Alessandro segurando-a com firmeza contra os lençóis macios, e aquela proximidade despertava uma sensação avassaladora de pertencimento que ela jamais havia experimentado antes.

O beijo se aprofundava lentamente, tornando-se mais quente, mais cheio de significado, como se cada respiração compartilhada fosse um juramento de que nada no mundo voltaria a separá-los. Sob a luz suave que invadia o quarto, Luana compreendeu com clareza absoluta que aquele momento era mais do que paixão; era redenção. Era o triunfo de um amor que sobrevivera ao pior dos infernos.

As mãos másculas de Alessandro lavavam sua pele com carícias impetuosas. O corpo robusto dele pressionava o dela em uma deliciosa invasão, e ela sentiu o membro dele se esfregar na entrada escaldante de seu sexo, ansioso por possuí-la. Luana o abraçou mais forte, movendo-se sobre o mastro rígido que ia adentrando sua carne devagar.

— Oh... — Luana gemeu, inflamada pela subjetividade daquela união.

— Está ainda mais gostosa — ele murmurou contra o ouvido dela, a voz rouca de desejo.

Alessandro se movia com uma entrega total; seus toques continham delicadeza e carinho, mas também uma posse absoluta. A boca dele encontrou a dela novamente, e Luana sentiu os olhos arderem em lágrimas de felicidade quando ele acariciou suas costas, entrando e saindo dela de um jeito único, fazendo seu coração transbordar.

Era como se estivesse fazendo amor com o homem de olhos quentes e toques carinhosos que a conquistou imediatamente no passado, mas também com o amante perigoso e experiente que ele se tornara. Eles eram um só. Não havia um sem o outro.

— Eu senti saudades... — ela sussurrou entre lágrimas, com um sorriso bobo surgindo nos lábios.

— Sempre estive aqui... — ele respondeu suavemente, os olhos brilhando. — Também senti saudades da minha Luana... a que tem o brilho das estrelas nos olhos....

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