ELISA RIVER.
Victor me ergueu pela cintura e me levou para o sofá, longe do berço. Ele me deitou e sua boca, com sua língua exigente, devorou a minha com fome, enquanto as mãos subiam meu vestido e arrancavam minha calcinha num puxão.
— Victor… — gemi contra seus lábios.
Ele abandonou minha boca e deslizou para baixo. Senti sua língua passar no meu clitóris e fui atingida por um arrepio dos pés à cabeça. E me molhei toda entre as pernas. Victor não parou por aí e começou a chupar minha boceta com força, me arrancando um gemido alto.
Ouvi-o rindo contra minha pele. Aquele safado estava adorando me castigar com sua língua. A cada chupada, era um gemido ainda mais alto e eu ficava mais perto de gozar.
Victor brincou com meu clitóris com a ponta de sua língua. Fazendo-me contorcer toda.
E voltou a chupar com força minha boceta sedenta. Eu estava tão perto, muito perto, e não demorou para me desmanchar na sua boca, soltando um grito e tampando a boca, para não assustar Melissa. Victor continuou me chupando, enquanto eu tinha espasmos com meu orgasmo.
Eu estava precisando daquela liberação. Victor se levantou e sorriu para mim.
Ele abriu o zíper da calça, liberou o pau duro e quente, o que me fez salivar. Aproximou-se e penetrou-me devagar. Victor gemeu baixo; ele segurava minha cintura com cuidado.
— Porra, Elisa… você está toda molhadinha para mim.
Eu sorri, excitada com sua fala. Ele começou a meter firme, ritmado, batendo fundo. Meus gemidos estavam abafados contra minha mão. Cada estocada me fazia apertar ao redor dele, o prazer subindo rápido.
— Mais… — pedi, unhas cravadas em suas costas.
— Calma, amor, temos que ter cuidado com os gêmeos. — Disse, sendo cauteloso.
Suspirei, pois ele estava certo.
Victor acelerou, se inclinou mais, ficando em cima de mim, mas sem soltar seu peso, e colocou a boca no meu pescoço, me chupando e marcando. Gozei primeiro, tremendo inteira. Ele me seguiu segundos depois, gozando com força e gemendo rouco.
Seu pau, ainda pulsando na minha boceta, e sussurrou no meu ouvido:
— Isso foi só o começo da noite.
Eu sorri, safada, antecipando o que viria. E, como ele prometeu, não foi só começo; Victor mal me deu tempo para relaxar.
Seu pau grosso e latejante roçou minha entrada molhada antes de me penetrar, de uma vez só. Gemi alto, cravando as unhas em seus ombros. Seu pau era enorme, febril e preenchia cada centímetro. Victor tampou minha boca e olhou para o berço. Depois me olhou sorrindo e disse:
— Que boceta deliciosa… Tão apertada e molhada que você tem, ela deixa meu pau enlouquecido para te meter mais. Mas vamos evitar agitar Melissa, que está tão quietinha no berço — sussurrou rouco no meu ouvido, mordendo o lóbulo.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: A OBSESSÃO DO PRIMEIRO-MINISTRO PELA BABÁ INSOLENTE.