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A OBSESSÃO DO PRIMEIRO-MINISTRO PELA BABÁ INSOLENTE. romance Capítulo 238

ELISA RIVER.

Victor me ergueu pela cintura e me levou para o sofá, longe do berço. Ele me deitou e sua boca, com sua língua exigente, devorou a minha com fome, enquanto as mãos subiam meu vestido e arrancavam minha calcinha num puxão.

— Victor… — gemi contra seus lábios.

Ele abandonou minha boca e deslizou para baixo. Senti sua língua passar no meu clitóris e fui atingida por um arrepio dos pés à cabeça. E me molhei toda entre as pernas. Victor não parou por aí e começou a chupar minha boceta com força, me arrancando um gemido alto.

Ouvi-o rindo contra minha pele. Aquele safado estava adorando me castigar com sua língua. A cada chupada, era um gemido ainda mais alto e eu ficava mais perto de gozar.

Victor brincou com meu clitóris com a ponta de sua língua. Fazendo-me contorcer toda.

E voltou a chupar com força minha boceta sedenta. Eu estava tão perto, muito perto, e não demorou para me desmanchar na sua boca, soltando um grito e tampando a boca, para não assustar Melissa. Victor continuou me chupando, enquanto eu tinha espasmos com meu orgasmo.

Eu estava precisando daquela liberação. Victor se levantou e sorriu para mim.

Ele abriu o zíper da calça, liberou o pau duro e quente, o que me fez salivar. Aproximou-se e penetrou-me devagar. Victor gemeu baixo; ele segurava minha cintura com cuidado.

— Porra, Elisa… você está toda molhadinha para mim.

Eu sorri, excitada com sua fala. Ele começou a meter firme, ritmado, batendo fundo. Meus gemidos estavam abafados contra minha mão. Cada estocada me fazia apertar ao redor dele, o prazer subindo rápido.

— Mais… — pedi, unhas cravadas em suas costas.

— Calma, amor, temos que ter cuidado com os gêmeos. — Disse, sendo cauteloso.

Suspirei, pois ele estava certo.

Victor acelerou, se inclinou mais, ficando em cima de mim, mas sem soltar seu peso, e colocou a boca no meu pescoço, me chupando e marcando. Gozei primeiro, tremendo inteira. Ele me seguiu segundos depois, gozando com força e gemendo rouco.

Seu pau, ainda pulsando na minha boceta, e sussurrou no meu ouvido:

— Isso foi só o começo da noite.

Eu sorri, safada, antecipando o que viria. E, como ele prometeu, não foi só começo; Victor mal me deu tempo para relaxar.

Seu pau grosso e latejante roçou minha entrada molhada antes de me penetrar, de uma vez só. Gemi alto, cravando as unhas em seus ombros. Seu pau era enorme, febril e preenchia cada centímetro. Victor tampou minha boca e olhou para o berço. Depois me olhou sorrindo e disse:

— Que boceta deliciosa… Tão apertada e molhada que você tem, ela deixa meu pau enlouquecido para te meter mais. Mas vamos evitar agitar Melissa, que está tão quietinha no berço — sussurrou rouco no meu ouvido, mordendo o lóbulo.

Victor me carregou até a cama, pois eu estava sem condições para caminhar; esse homem me deixou morta.

Ele me deitou de lado com cuidado, erguendo minha perna com uma mão enquanto se encaixava atrás de mim. Ainda duro, entrou devagar, centímetro por centímetro, enchendo minha boceta molhada e sensível pelos orgasmos que tive.

Não era possível que esse homem quisesse mais? Gente, eu estou só no pó e ele ainda quer me foder mais?

— Você não se cansa? — perguntei, ofegante.

— Não, eu fiquei muito tempo fora de combate e preciso de você. Mas agora vamos devagar, amor… — murmurou rouco no meu ouvido, com voz carregada de desejo e controle.

Sua mão protegeu minha barriga, acariciando os gêmeos com ternura enquanto começava a foder firme, mas lento. Com estocadas profundas e fortes, mas controladas, seu pau roçando meu ponto G a cada movimento.

Gemi baixo, apertando-o por dentro. Ele mordiscou meu pescoço, apertando meu seio com a outra mão, seu polegar roçando meu mamilo duro. Apertei com força seu pau.

— Calma, minha diaba. Vamos com calma, pois você está grávida, mas vou te fazer gozar com força — sussurrou, safado, metendo mais fundo, ritmado, sem pressa. Cada investida intensa, possessiva, mas cautelosa com a minha barriga.

— Victor… assim… — choraminguei, empinando contra ele. Ele acelerou só o suficiente para me enlouquecer, sua mão desceu para esfregar meu clitóris inchado, gemendo rouco no meu ouvido enquanto me enchia novamente, me abraçando possessivo.

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