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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 366

POV/ CHRISTIAN

O aperto dela era criminoso. Quente. Do tipo de sensação que eu queria sentir pelo resto da vida.

Não parei o polegar. Não parei o quadril. Deixei ela terminar a onda e já entrar na segunda, menor, arrastada, o corpo mole e ao mesmo tempo se contraindo — e foi isso que me quebrou.

O cu dela apertou de novo, sem ela mandar, involuntário, gostoso demais, e eu não tive mais o que segurar.

— Porra—

Segurei a cintura vermelha com as duas mãos, enfiei até o fim e gozei.

Fundo. Quente. Dentro. O primeiro jato bateu nela com força, e a Moon arqueou o que pôde contra a cunha, um gemido longo saindo dela enquanto eu pulsava, enchendo, marcando o cu dela como meu. O segundo veio logo atrás. O terceiro. Eu fiquei parado colado, o pau latejando, despejando, a respiração quebrada contra as costas suadas, os dedos ainda cravados na cintura marcada.

Vinte minutos. Pau duro o tempo inteiro. Só fui embora quando ela me apertou daquele jeito.

Ela pendeu para a frente.

O corpo inteiro amoleceu sobre o puff, a testa encostando na madeira, a boca aberta, um fio de saliva. Cansada. Destruída. O cu dela ainda pulsava em volta de mim, cheio, quente, escorrendo em volta da base. Eu não saí. Fiquei enterrado. Ofegante. O peito enorme cobrindo o corpo pequeno.

Encostei a testa nas costas dela. O suor dos dois misturado. O cheiro de sexo grosso no ar parado do quarto.

Mordei as costas dela de novo. Devagar. Os dentes na carne quente, em cima da cera, e ela arfou, um som cansado.

— Que bom que você vai casar comigo. Eu sabia que você ia aceitar.

A Moon soltou um barulho que era quase uma risada quebrada.

— Você me torturou.

Passei a língua no lugar da mordida.

— Um dia isso vai ter troca — ela falou, a voz falhada, mas com aquele resto de marra que ela nunca perdia de verdade.

Soltei uma risada no pescoço dela. Beijei a pele ali, embaixo da coleira, a boca aberta, o gosto de suor.

— Eu te amo, amor.

Ela mordeu o lábio.

Eu vi. O perfil dela preso na madeira, a boca se fechando nos dentes, o silêncio alongando demais. Um segundo. Dois. Três. O meu peito esfriou num instante patético, ridículo, de homem grande demais pensando merda demais.

Porra. Meu Deus. Ela não me ama.

Faz sentido. É muita coisa. Coleira. Pilori. Choque. Cera. Eu fodendo o cu dela por vinte minutos e gozando dentro, pedindo casamento no meio. É demais para uma noite. É demais para ela.

Aí a voz saiu. Baixa. Um sussurro contra a abertura da prancha.

— Eu também te amo.

O ar voltou.

— Mas eu só te amo se você comer minha boceta agora.

Soltei uma risada de verdade. Grossa. Aliviada. Dei um tapa na bunda dela, molhada, vermelha, e ela deu um pulinho cansado.

— Você não tem jeito mesmo, né? Eu tentando ser gentil com você.

— Gentil?

Passei a mão no pescoço dela, por cima da coleira, e subi para o cabelo. Desfiz o que restava das marias-chiquinhas com os dedos, bagunçando o loiro suado, a tiara de ratinha torta caindo para o lado.

CAP. 391 - — Isso é... isso é incrível. Uau. Isso é muito incrível. 1

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