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Abortos Repetidos e Nenhuma Piedade: Os Culpados Vão Pagar romance Capítulo 276

Quem estava prestes a ir para a prisão não tinha mais tempo para continuar fazendo escândalo como antes.

Ao ouvir aquilo de Bruna, Taís finalmente sentiu o peito aliviar um pouco.

— Ninguém sabe quanto tempo essa investigação ainda vai levar. Por que não prenderam ela logo? — Resmungou, impaciente.

Não era só denunciar e pronto?

Não era assim que funcionava?

Então por que, até agora, nada tinha acontecido?

Será que Sérgio ainda estava tentando proteger Isabela?

Mas, desta vez, era diferente. Muito diferente.

Se aquilo tivesse mesmo sido obra de Isabela, nem Sérgio conseguiria blindá-la.

Só de lembrar da forma como ele sempre a defendia, Taís sentia um gosto amargo subir pela garganta.

Bruna, por outro lado, permanecia tranquila.

— Calma. Foi ela que matou a criança. Se não for para a cadeia, quem vai? É só questão de tempo. — Disse, numa serenidade firme.

Ela realmente não estava preocupada.

Na sua cabeça, a morte do bebê estava diretamente ligada a Isabela. A prisão era inevitável, hoje ou amanhã.

Além disso, o caso era recente. Não seria tão simples apagar todas as provas.

Ou seja, não havia a menor chance de Isabela conseguir processá-las depois.

Pensando assim, Bruna já não tinha a menor intenção de entregar nem os cinco bilhões, nem os bens imóveis.

— Chega disso. Vai ver como está a sua cunhada.

Ao mencionar Lílian, seu tom carregava uma impaciência evidente.

Isabela vinha causando tumulto havia semanas.

E, nesse meio-tempo, Lílian também não dera sossego.

Agora, tudo dependia de Vanessa conseguir superar aquela crise no país Y.

Porque, se desta vez ela realmente desmoronasse…

A família Pereira teria mesmo que admitir: parecia estar amaldiçoada.

Como puderam acabar com duas noras que só traziam dor de cabeça?

Do outro lado do corredor, Bruna seguiu em direção ao quarto de Lílian.

Lá dentro, porém, Lílian já estava ao telefone.

Com seguranças posicionados do lado de fora, falava quase em sussurro.

— Dá um jeito de sumir com qualquer evidência. Não deixa a polícia chegar até você, de jeito nenhum.

Enquanto falava, seus olhos escapavam repetidamente para a porta.

Cristiano já tinha invadido o quarto duas vezes sem avisar. Aquilo a deixara em estado constante de tensão; agora, qualquer ruído fazia seu coração disparar.

Do outro lado da linha, Marcelo respondeu com calma:

— Relaxa. As imagens das câmeras já foram destruídas. Não sobrou nada. Mas você…

Ele fez uma pausa.

Depois soltou uma risada baixa, carregada de ironia.

— Não vai me dizer que começou a gostar do Cristiano de verdade?

O olhar de Lílian endureceu.

— Do que você está falando? Você sabe melhor do que qualquer um por que eu faço isso. — Rebateu, irritada.

— Eu só estou avisando. Vai que você acaba confundindo o papel com a realidade… A cidade inteira de Nova Aurora comenta o quanto você vive em função do Cristiano.

Em função dele?

Claro que vivia.

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