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Abortos Repetidos e Nenhuma Piedade: Os Culpados Vão Pagar romance Capítulo 377

Mesmo sem ninguém por perto, Taís ainda baixou a voz:

— Se você fizer isso, vai acabar na cadeia.

Além do mais, a cozinha agora estava cheia de gente de Isabela. Se quisessem mexer em qualquer coisa, não teriam a menor chance.

Com os olhos acesos de ódio, Bruna rebateu:

— Mesmo que eu vá presa, não vou aceitar essa humilhação vinda dela.

Naquele momento, Bruna já tinha perdido completamente a razão.

Ela se recusava a baixar a cabeça.

Baixar a cabeça para quem?

Para Isabela?

Quem aquela mulher pensava que era?

Alguém que a família Pereira sempre desprezou e que, agora, estava por cima, pisando nela como se fosse dona de tudo.

Taís ficou sem saber o que dizer.

A fúria de Bruna já tinha despertado algo ainda mais sombrio.

Agora, só havia um pensamento ocupando sua cabeça: fazer Isabela morrer.

Taís respirou fundo e tentou trazê-la de volta à realidade.

— Pelo menos por esta noite a gente precisa trocar isso por comida, não precisa? Mesmo que a gente fique sem comer, será que a cunhada aguenta? Ela ainda está de resguardo.

Era evidente que, independentemente do que Bruna pretendesse fazer depois, naquela noite elas teriam de ceder primeiro.

Ao ouvir aquilo, Bruna passou a respirar com mais força.

— É... Sua cunhada precisa comer.

Embora estivesse irritada com o jeito manhoso e cheio de frescura de Lílian, bastava pensar em Vanessa por trás dela para Bruna saber que não tinha escolha senão cuidar bem dela.

Afinal, Vanessa também não era alguém com quem se pudesse mexer.

No fim, Bruna engoliu à força a fúria que queimava em seu peito.

No instante em que pegou a toalha que Taís lhe estendia, quase teve de segurar o enjoo.

— Anda logo. Já está tarde demais. Vamos acabar com isso, comer alguma coisa e dormir.

Taís a apressou.

As duas só queriam terminar aquilo o quanto antes.

Mas os homens de Isabela ficaram ali, de olho nelas. Se houvesse um único pedaço mal limpo, nem podiam dar o serviço por encerrado.

E não parava por aí.

Em alguns trechos, elas ainda tinham de esfregar o chão com as próprias mãos.

Mesmo no tempo em que a família Pereira tinha empregados, elas nunca haviam torturado os empregados daquela maneira.

E agora Isabela as fazia passar por aquilo.

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