Vânia balançou a cabeça negativamente:
— Ema, você é muito boa. Vamos, o almoço hoje é por minha conta. E amanhã vou comprar uma marmita linda para você.
Ema sorriu e negou com a cabeça, seguindo Vânia até o refeitório.
Vânia pegou duas bandejas alegremente e entregou uma para Ema.
Como tinham gostos diferentes, Vânia foi para a área de carnes, enquanto Ema procurava algo mais leve.
Assim, as duas se separaram para se servir.
Enquanto Ema estava distraída observando os pratos na vitrine, uma mão grande agarrou seu braço sem aviso prévio.
Antes que ela pudesse gritar, seu corpo foi puxado com força para o lado.
O som de pratos e bandejas caindo e se estilhaçando no chão ecoou por todo o salão.
Na confusão, Ema levantou a cabeça e seus olhos encontraram os da pessoa que a puxara.
— Samuel! O que você está fazendo aqui? — Perguntou Ema, com a voz trêmula e o olhar cheio de dúvidas.
Samuel olhava para o chão não muito longe dali, com uma expressão séria e irada. Ele ordenou em voz baixa:
— Ema, fique aqui e não se mexa.
Sem dar mais explicações, Samuel passou por ela e caminhou até o local onde a bandeja havia caído.
Lá, uma garota caída tentava se levantar com dificuldade.
Os passos de Samuel pararam firmes diante dela, e ele se inclinou, encarando-a com um olhar afiado:
— Fale! Por que tentou machucar a Ema? Quem mandou você fazer isso?


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