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Adeus, Meu Ontem! romance Capítulo 278

Depois de comer, Kylen cumpriu sua promessa e entregou o álbum de Lívia para ela.

Tarde da noite, Alícia estava encolhida no canto do sofá, abraçada ao álbum que Lívia costumava folhear, virando página por página.

O tempo parecia ter voltado. Ela se aninhava nos braços da avó, olhando o álbum junto com ela.

A avó lhe contava histórias de sua juventude, como conheceu o avô, como obrigou o avô — que dizia não querer, mas a amava desesperadamente — a casar com ela, e contava a história dos pais de Kylen.

A avó costumava dizer que Alícia tinha o jeito dela quando jovem, que vê-la era como ver a si mesma na juventude, por isso a avó a mimava tanto.

Ela sentia tanta falta da avó.

De repente, o álbum foi tirado de suas mãos, e a voz magnética e grave do homem soou:

— Está tarde, amanhã você vê mais.

As mãos de Alícia ficaram vazias, mas ela não foi atrás para pegar de volta.

Ela desviou o olhar indiferente, baixou as pernas que estavam encolhidas no sofá, levantou-se e caminhou em direção à sua cama. Estendeu a mão para apagar a luz do quarto, puxou o edredom e deitou-se no meio da cama grande.

Finalmente, disse a primeira frase desde o jantar:

— Sai.

O som da porta se fechando foi muito suave. Alícia fechou os olhos. De repente, o colchão atrás dela se moveu levemente, o edredom foi levantado e, no segundo seguinte, o braço forte de um homem envolveu sua cintura, puxando-a.

Suas costas colaram no peito largo e quente.

Na escuridão, Alícia não lutou. Ela abriu os olhos lentamente.

— Naquela manhã, quando eu estava na feira e o Narciso levou a facada por mim, você me ligou e eu não atendi. Naquele momento, você já tinha adivinhado que foi a Yolanda quem contratou o assassino, não é?

O braço ao redor de sua cintura enrijeceu levemente e depois apertou devagar.

A resposta era óbvia.

Alícia deu uma risada leve. No escuro, ninguém via as lágrimas escorrendo pelo canto de seus olhos.

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