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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 156

"José Miguel"

Depois que a Eva riu muito com a peripécias do Matheus e da Gabriele pra cima da Carmem, ela se enrolou no canto do sofá ao meu lado e começou a ler o diário da Cora e enquanto eu acariciava as suas pernas, o Matheus, a Gabriele e eu continuamos a nossa leitura do outro volume.

Quando chegamos a última página eu estava completamente enojado, tinha ficado tudo muito claro ali, desde o porque até o como elas armaram aquela armadilha que me prendeu por tantos anos. Eu era só um peão num jogo de vingança e ambição.

A Cora entrou na Bittencourt sabendo exatamente quem eu era e com o objetivo claro de me fisgar. No alto da arrogância dela, ela tinha certeza de que me conquistaria facilmente, mas ela não contava que o Matheus a odiasse desde o primeiro momento e que estivesse sempre ao meu lado me aconselhando a manter distância dela.

Depois de ler aqueles dois diários estava quase tudo muito claro para mim, eu fui usado, elas queriam o dinheiro e me fazer sofrer apenas, mas no meio do planinho asqueroso delas alguma coisa aconteceu e elas começaram a se desentender, isso era a única coisa que eu não tinha entendido muito bem, porque havia mais do que uma pequena atração da Carmem por mim.

Eu precisava de um tempo daquilo. Eu precisava de um tempo com a Eva, mas parecia que o dia estava longe de acabar e que eu teria que esperar para ter o meu tempo com ela, porque o meu celular tocou e era o Heitor.

- Fala, Martinez! - Eu atendi e nem me dei conta que a minha voz soou muito introspectiva.

- Qual é, Rossi, a Evita ainda não te perdoou? O Matheus contou para o Enzo que ela voltou e que você tinha ido falar com ela. - O Heitor respondeu.

- Mas a rádio fofoca está "positivo e operante", hein?! - Eu reclamei zombeteiramente e ele riu.

- Não posso fazer nada se a sua vida está mais animada que seriado adolescente! - O Heitor riu. - Como está a Evita?

- Está bem. - Eu respirei fundo e dei um sorriso de satisfação ao olhar para ela ao meu lado, ainda concentrada no diário, enquanto eu afagava as suas pernas. - Estamos bem!

- Ótima notícia! Agora minha vez de contar as novidades. Peguei a Salma! - Ele anunciou exultante. - Tem reunião de diretoria marcada para as duas da tarde e eu preciso de você aqui antes disso.

- Eu preciso mesmo ir, Heitor? Eu queria passar o dia com o meu amorzinho. - Eu reclamei.

- Você precisa vir porque você é o meu diretor financeiro e porque eu tenho certeza de que você quer arrastar a Salma na humilhação e vê-la implorar uma misericórdia que nós não teremos. - O Heitor falou animado como um adolescente tramando um plano de vingança.

- É, isso eu quero. - Eu cocei o queixo.

- Traz a Eva, deixa ela pisar de salto alto na Salma também! - O Heitor parecia animado demais com batalha iminente na sua sala de reuniões.

Eu não estava tão animado quanto ele, já tinha visto alguns daqueles diretores se digladiarem como leões numa arena, pela simples disputa de egos. Eles eram cruéis quando podiam atingir um inimigo e a Salma não era santa de devoção de muitos deles. Não que eu estivesse com pena dela, mas eu sabia que seria um evento desagradável.

- Se ela quiser ir. - Eu respondi. - Leva o Enzo para essa reunião. O garoto foi importante nisso!

- Nem que eu não quisesse levá-lo, ele já bateu o pé que estará lá. Quer assistir de camarote a queda da dominatrix do medo! - O Heitor riu. - Estou te esperando para traçarmos a estratégia durante o almoço, Rossi!

Eu encerrei a chamada e olhei para a Eva, eu ainda tinha uma pergunta para ela.

- Amorzinho, eu preciso ir até a Lince, o Heitor encontrou o que precisava para acabar com a Salma. Ele te convidou para o show. - Eu falei e ela franziu o nariz.

- Sim, vou ficar, fazer os bocós ali se arrastarem para realizar os desejos que eu não tenho e ameaçá-los que se não fizerem tudo o que eu quero eles não serão os padrinhos do nosso bebê! - Ela falou baixinho, sorriu docemente e fez o meu sorriso se alargar.

- Tem certeza? - Eu perguntei e ela fez que sim. - Seus irmãos não vão ficar chateados?

- Claro que não! Eles serão o tipo de tios que vão estragar essa criança, mas eles sabem que os dois bocós ali são ocmo irmãos para nós. - Ela sorriu enquanto acariciava o meu rosto.

- Eu sempre quis que o Matheus fosse o padrinho do meu primeiro filho. - Eu contei emocionado. Era algo muito especial para mim, mas que a Cora havia deixado claro que não aconteceria e agora a Eva estava realizando cada um dos meus sonhos. - Eu te amo, minha fofa desbocada!

- Eu te amo, meu perfeito cavalheiro! - Ela sorriu e eu dei mais um beijo antes de me levantar e ir em direção ao quarto para me arrumar.

N.A.:

Olá, queridos... como estão?

Felizes porque o casal já se resolveu? Agora é hora de colocar os inimigos em seus lugares, não é mesmo?! Eu só espero que ninguém mais apronte.

Meus lindos, que nós tenhamos uma semana abençoada e cheia de alegria.

Um beijo no coração de cada um!

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