“José Miguel”
Eu estava muito bêbado, o suficiente para enrolar as palavras e mandar a culpa e a dor à merda, mas não o suficiente para não saber o que eu estava fazendo. E eu estava muito louco por aquela mulher que estava dirigindo o meu carro, toda sexy atrás daquele volante, com aquele vestidinho curto que subiu uns centímetros quando ela se sentou.
Definitivamente eu era um fraco e queimaria no inferno, então eu fiz o que eu não deveria ter feito, mas que qualquer um no meu lugar faria, ao lado de uma mulher linda e que está te deixando louco. Eu abracei o capeta e me joguei com tudo naquela mulher. Eu queria vê-la dirigindo o meu carro e gemendo nos meus dedos.
E quando eu toquei a sua calcinha, eu percebi que ela estremeceu. Eu dei um sorriso de vitória, o sorriso de quem está possuído pela luxúria.
- Como é quente! – Eu mexi os dedos sobre o tecido da calcinha que ela usava. Eu podia estar bêbado e enrolando língua, mas meus dedos sabiam o que fazer. Mas eu não estava satisfeito, eu queria mais. – Evita, você é linda demais!
Eu escorreguei meus dedos por debaixo da calcinha dela e toquei o seu sexo, ela gemeu e instintivamente abriu mais as pernas.
- Tira a mão daí, José Miguel! – Ela tentou parecer irritada, mas não estava, ou ela mesma teria tirado a minha mão.
- Gostosa! – Eu me curvei no banco e beijei o seu pescoço, enquanto os meus dedos faziam festa na intimidade dela, que estava mais do que quente e muito molhada. – Não nega, Evita! Você me quer e você gosta do meu toque!
Eu afundei um dedo na sua entrada e ela gemeu, enquanto eu dedilhava a sua intimidade, enfiando um dedo nela e beijando o seu pescoço.
- José Miguel, eu estou dirigindo. – Ela arfou e eu ri.
- Diminui a velocidade! – Eu respondi e abaixei o decote do seu vestido, colocando a minha boca sobre o seu mamilo perfeito, rosado e intumescido.
Aquela mulher me provocava as melhores sensações que eu tive em anos, talvez na vida toda. E a forma como ela se entregava quando eu a tocava, quando eu a beijava, me encantava.
- Relaxa, Evita! Aproveita e me deixa saborear seu corpo gostoso! – Eu pedi, afastando a minha boca do seu seio só o suficiente para falar.
Ele gemeu e rebolou nos meus dedos. Ah, foi uma delícia fazer aquilo com ela, vê-la se entregar, sentí-la se derreter em meus dedos. Eu prolonguei o momento até que ela estacionou na garangem do apart e aí eu comecei a penetrá-la com dois dedos, enquanto chupava os seus seis.
- José Miguel… - Ela tentou falar, estava ofegante, a respiração pesada de tesão.
- Shiiiii… - Foi tudo o que eu disse.
Eu deixei o seu seio para provar a sua boca. E assim como os meus dedos possuíam o seu sexo, a minha língua invadia a sua boca num beijo que me deu vontade de arrancar a roupa dela ali mesmo. E não demorou para que ela explodisse em um orgasmo que a fez remer em minhas mãos. Era simplesmente perfeita a forma como ela se entregava!
- Linda demais! – Eu tirei os meus dedos dela e os levei a minha boca e senti o gosto dela ali, doce e delicioso.
E antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, eu voltei a beijá-la, desafivelei o cinto de segurança dela e a puxei para o meu colo. Ela não ofereceu nenhuma resistência e suas mãos agarraram os cabelos da minha nuca, enquanto ela retribuía o beijo e se esfregava no meu colo. Eu até podia ser atirado no inferno no dia seguinte, mas naquele momento eu estava no céu!
E de uma forma muito desajeitada, eu abri a minha calça, meu membro já estava doendo de tão duro, depois eu afastei a calcinha dela e a penetrei fundo num único movimento. Nossas bocas não se separaram nem por um segundo e ela começoua se mover sobre mim, enquanto eu segurava a sua cintura e investia contra ela, sem piedade.
- Ótimo! – Eu sorri e a afastei do meu peito.
Eu coloquei o seu vestido e a calcinha no lugar e depois fechei a minha calça. Dei mais um beijo nela. E com a boca ainda mordiscando os lábios dela, eu decretei:
- Vamos, eu quero provar mais do seu corpo essa noite, quero te levar pra cama e te ouvir gemer enquanto eu estou dentro de você. Quero sentir o seu corpo tremer com o meu. Quero sentir o meu coração batendo de novo.
Eu abri a porta e ela desceu, arrumando a saia do vestido e eu desci atrás, a abracei pela cintura e caminhei com ela até o elevador. E quando as portas se fecharam, sem que eu esperasse, ela me prendeu contra a parede e me beijou enquanto abria mais botões na minha camisa. Uma das suas mãos segurava a minha nuca e a outra tocava o meu peito, bem sobre a minha tatuagem. Ela tinha todo o controle daquele beijo e ela me deu um beijo de deixar as pernas bambas. Ela levantou o joelho pela lateral do meu corpo, até o meu quadril e eu segurei a sua coxa, mantendo a sua perna ali. Era totalmente sexy, mas a Eva era sexy demais.
E quando a porta do elevador se abriu no décimo quinto andar, eu tive vontade de apertar o botão do primeiro andar e continuar ali dentro, só para não interromper o beijo maravilhoso que ela me deu. Eu só não fiz isso porque eu me lembrei de todas as coisas que faria com ela dentro do meu apartamento e naquele momento era muito melhor.
Eu a puxei para o meu colo e saí do elevador ainda a beijando e continuei beijando depois que fechei a porta do apartamento e a coloquei sobre o sofá, me deitando sobre ela.
- Eu sei que vai ser impossível esquecer essa noite. – Eu sussurrei entre os beijos. – E, pra falar a verdade, eu nem quero. Me enlouquece, Eva, me faz perder o chão, a razão, o bom senso.
Ela me empurrou e me fez sair de sima dela e sentar no sofá. Se levantou, parou em minha frente e de um jeito totalmente sexy tirou o vestido, depois a calcinha e se sentou no meu colo, de frente pra mim. Minhas mãos foram imediatemente para a sua cintura e meus olhos vagaram pelo seu corpo delicioso.
- Vou fazer você se lembrar dessa noite… - Ela me beijou. – E querer repetí-la toda vez que você me vir!
Ela decretou a minha sentença, eu estava acabado, aquela mulher era a minha perdição completa!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Amor irresistível: O segredo do chefe
Porque não liberaram mais capítulos depois do 251?...