Já passava da meia-noite quando Arthur chegou a Santa Marina no menor tempo possível.
Seu destino era um clube privado escondido dos olhos de quem não pertencia àquele círculo, cercado por discrição e segurança rigorosa.
Nada disso, porém, bastou para barrá-lo.
Quando a porta se abriu, as risadas lá dentro morreram na mesma hora.
Arthur percorreu o ambiente com um olhar gelado.
— Vieram até Santa Marina para assinar escondidos e acharam que ninguém descobriria?
Um sorriso frio tocou seus lábios, em contraste com a pressão que sua presença impunha sobre toda a sala.
— Como você descobriu que estávamos aqui?
Beatriz empalideceu. Se levantou bruscamente da cabeceira da mesa e o encarou, alarmada.
Os dois conselheiros trocaram um olhar.
Só de ver Arthur parado à porta, já sentiram um arrepio correr pela espinha.
Ele entrou sem pressa. A cada passo, o silêncio parecia se fechar um pouco mais ao redor deles.
— Tanta movimentação pelas minhas costas, mãe...
Arthur deixou as palavras caírem devagar. O olhar, porém, não carregava nada da mesma calma.
— Quer destruir o Grupo Vasconcelos...
Fez uma breve pausa.
— ...ou quer destruir seu próprio filho?
O coração de Beatriz disparou.
Um dos conselheiros se apressou a intervir:
— Nós só nos encontramos para conversar, relembrar os velhos tempos.
— Exatamente, Sr. Arthur. Não entenda errado.
O outro também se justificou:
— Sempre fomos leais ao grupo...
Arthur bateu os dedos algumas vezes sobre a mesa.
Foi o suficiente.
Os dois se calaram.
Ele interrompeu o movimento e ergueu os olhos.
— Então os senhores estão insatisfeitos com a forma como conduzo o Grupo Vasconcelos?
O olhar passou pelos dois, afiado.
Ambos negaram depressa. O suor já começava a surgir na testa.
Pedro se aproximou, pegou os documentos sobre a mesa e os levou até Arthur.
Ninguém ousou impedir.
Beatriz engoliu em seco, tentando sustentar a compostura.
Não imaginava que Arthur descobriria tão rápido.
Muito menos que apareceria ali antes mesmo da assinatura.
— Mãe.
A voz grave de Arthur trouxe uma ironia amarga.
— A família Vasconcelos tratou você tão mal assim? Até suas maiores imprudências todos engoliram por tantos anos.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
Ponha mais capítulos 🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲...
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...