Ao entrar no reservado do restaurante japonês, Larissa encontrou Augusto à sua espera. Ele estava sentado sobre os calcanhares, diante da mesa baixa. A camisa preta se ajustava ao peito e aos ombros largos, sem disfarçar a musculatura. Mesmo naquela posição, tinha a imponência de uma montanha, imóvel e difícil de transpor.
— Está atrasada, Srta. Larissa.
Augusto levou o copo aos lábios sem sequer erguer os olhos. A frieza da voz dispensava qualquer outra demonstração de desagrado.
— Peço desculpas. Peguei trânsito no caminho.
Só então ele levantou o rosto e indicou o lugar à sua frente.
— Por favor, sente-se.
Larissa assentiu e se acomodou. O olhar de Augusto, porém, já se deslocava para Leandro, que permanecia junto à porta.
Não precisou dizer nada para deixar claro que o queria fora dali.
Leandro continuou onde estava. Aquele homem enorme, com sua quietude de fera à espreita, não lhe inspirava a menor confiança. Deixar Larissa sozinha com ele era a última coisa que desejava.
— Leandro, espere lá fora. — Larissa acabou intervindo.
O assistente relutou, mas obedeceu.
— Qualquer coisa, é só me chamar, Srta. Larissa.
Antes de sair, ainda mediu Augusto com um último olhar desconfiado.
Assim que ficaram a sós, os garçons começaram a servir. O sashimi chegou em travessas de porcelana, as fatias frescas dispostas com uma delicadeza capaz de abrir o apetite. Larissa sempre adorou comida japonesa, mas, daquela vez, nem tocou nos hashis.
— Sr. Augusto, os Moretti e os Duarte sempre cuidaram dos próprios negócios, sem interferir uns nos outros. Agora sua família está atacando o Grupo Moretti em várias frentes. Acho que me deve uma explicação.
Augusto ergueu os olhos para ela. Os traços duros do rosto não se alteraram, e a firmeza com que sustentou seu olhar deixava claro que não pretendia ceder terreno.
— Os Duarte sempre colocaram os interesses da família acima de tudo...
Apanhou uma fatia de sashimi com os hashis e a levou à boca. Mastigou sem pressa, deixando a resposta suspensa enquanto Larissa o observava.
— Mas, de vez em quando, também nos damos ao luxo de agir por capricho. — A insolência veio com a mesma naturalidade com que ele pousou os hashis. — E você, Srta. Larissa... não acha que anda mordendo a mão de quem a ajudou?
Ingrata?
Larissa quase riu.
Desde quando devia alguma coisa aos Duarte?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
Por favor! O.livro é excelente mas precisa terminar!!! Chega de esticar tantooooooo!!!+...
Adianta aí!!! Larissa precisa descobrir seu verdadeiro Salvador e eterno amor!Arturrrrrrr!!...
Confesso que é desolador ler um livro em andamento! Comecei esse sem saber se estava finalizado! Logo descobri que não! Muito chato aguardar as migalhas dos capítulos!...
Ponha mais capítulos 🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲...
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...