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Bilionário, Vamos Nos Divorciar romance Capítulo 121

Ri, soltando uma gargalhada contida.

— Existem tantos porquês. Qual dos porquês?

Ouvi Grace respirar fundo.

— Primeiro, por que ele está investindo tanto? Estou analisando a proposta agora mesmo. E, em segundo lugar, por que ele quis adquirir a empresa desde o início?

Inicialmente, ele nem sabia que eu era a co-proprietária da empresa com você, e sinceramente, não entendo por que está investindo tanto, querida. Fiquei pasma, mas, acima de tudo, feliz! Então, quem se importa com o porquê?

— Ah. — Grace soltou um leve som de ponderação. — A influência da ex-mulher ainda é forte! — Brincou, enquanto eu imaginava suas sobrancelhas se arqueando de forma caricata.

— Pare com isso. — Eu respondi, revirando os olhos. — Enfim, como você já recebeu a cópia digital do contrato e da proposta. Dê uma olhada e, se identificar algum problema, me avise o quanto antes. Assim que meu advogado confirmar que todos os detalhes estão corretos, assinarei minha parte e, em seguida, você deverá assinar as cópias digitais, correto? Após isso, procederemos com a assinatura das cópias físicas.

— Certo, estou passando pelas páginas, mas vou examinar cada detalhe com calma. — Respondeu Grace. — Entrarei em contato assim que terminar.

— Ok, estarei aguardando sua resposta. — Conclui antes de desligar, e imediatamente disquei para o meu advogado.

Em uma conversa longa e detalhada conversa, revisamos o contrato para ter certeza de que não havia nenhum erro ou ponto de manipulação. Ele me tranquilizou, afirmando que tudo estava exatamente como devia ser.

Um sorriso de alívio com a sua garantia, que se espalhou pelo meu rosto. Havia, de alguma forma, uma sombra de suspeita em minha mente de que Mark pudesse estar tramando algo, mas agora estava claro: tudo estava em ordem.

Naquele momento, a chamada de Grace voltou a tocar. Atendi rapidamente.

— Já revisei tudo. — Anunciou Grace assim que atendi. — Tanto a proposta quanto o contrato são sólidos, extremamente benéficos para a empresa, seja no curto ou no longo prazo. Acho que devemos aceitá-los. — Comentou ela, empolgada.

— Ótimo então. Acabei de sair de uma ligação com meu advogado, e ele confirmou o mesmo. — Respondi, sorrindo largamente, tomada por uma empolgação quase irrefreável. — Vou assinar o contrato agora. Faça sua parte e assine também.

— Claro. Vamos entregar logo o contratado assinado para eles! Nosso futuro, tanto o da empresa quanto o nosso pessoal, depende deste contrato! — Disse ela meio séria. — Pode assinar!

Dei uma risadinha de leve com o que ela disse. Embora as palavras de Grace pudessem soar como uma piada, ela estava certa: todos os aspectos de nosso futuro estavam, de fato, amarrados à assinatura daquele contrato.

Após desligar, segui em direção ao escritório de Mark. Inspirei fundo, apagando qualquer traço de animação excessiva ou desespero do meu semblante, antes de empurrar a porta.

Recuei o máximo que aquela cadeira permitia e franzi a testa enquanto seus olhos se fixavam intensamente nos meus.

— Sou um homem de negócios, Sydney. — Disse ele, com uma voz rouca, mas suave, envolvendo-me com a doçura de suas palavras. — Se meu investimento inicial se mostrar eficaz, aumentarei, naturalmente.

Seu sorriso se alargou ainda mais à medida que seu rosto se aproximava. Se não fosse pela firmeza com que segurava a cadeira, a força com que pressionei minha cabeça contra o encosto teria feito com que ela girasse para trás.

— Se você quer que eu aumente o investimento agora, não é impossível. Por exemplo...

Engoli seco, mantendo seu olhar, e perguntei:

— Por exemplo, o quê?

O sorriso de Mark se alargou de forma quase irreprimível, e ele, sem rodeios, soltou as palavras que eu, de certa forma, esperava ouvir:

— Por exemplo, ter uma aventura de uma noite comigo tornaria isso possível.

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