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Bilionário, Vamos Nos Divorciar romance Capítulo 123

Seus olhos se arregalaram dramaticamente, e ele arquejou com igual intensidade antes de bater a palma da mão na testa.

— Merda! Como eu poderia ter me esquecido disso? Eu realmente sou um tolo. É melhor eu começar a tomar cuidado com minhas ações perto de você agora.

Não consegui conter a risada e, soltando uma gargalhada, respondi:

— Você é um péssimo ator. Até uma criança de dois anos perceberia que você não tem medo nenhum.

Ele esboçou um sorriso de escárnio.

— Você sabe disso porque eu quero que saiba. Jamais perceberia se eu estivesse atuando de verdade - sou bom nisso. — Comentou, inclinando levemente o queixo para cima, enquanto eu revirava os olhos.

Em seguida, seus lábios se esticaram em um sorriso genuíno e toda a malícia desapareceu de seus olhos.

— Pois bem, sou detentor de trinta e seis por cento das ações do Grupo GT. Acrescente a isso mais cinco por cento em nome da minha mãe. Faça as contas e verá que continuo sendo o maior acionista. Não importa o que você ou qualquer outra pessoa faça, sempre serei o vencedor. – Explicou com arrogância evidente.

Revirando os olhos, acrescentei:

— Você está cheio de si. Devia tomar cuidado, pois as coisas podem se inverter a qualquer momento.

Com um sorriso presunçoso, ele cruzou os braços sobre o peito e arqueou uma sobrancelha perfeitamente desenhada.

— Como?

Fiquei olhando-o, sem resposta, até que dei de ombros.

— De alguma forma. Tudo pode acontecer.

— Nada pode acontecer. Eu sempre terei o maior número de ações.

— Ah! — Resmunguei em voz alta, revirando os olhos. Ele estava tão convencido de si mesmo. Empurrei o contrato assinado em sua direção.

Ele riu da minha irritação, pegou os documentos e os examinou cuidadosamente. Depois de olhar os papéis com um sorriso, levantou o olhar para mim.

— Me passa seu celular.

Recuei com uma carranca.

Ele soltou uma risadinha e disse:

— Não se preocupe. De agora em diante, você estará muito ocupada para identificar um homem chato. Vou ligar para você com frequência para verificar o progresso do nosso investimento.

Bufei sem dizer nada e, levantando-me, peguei minha bolsa.

— Espero que seja bom fazer negócios com você. — Declarei, estendendo a mão para um aperto.

Ele examinou minha mão por um instante antes de segurá-la com firmeza. O que não esperava era que ele levasse minha mão à boca e beijasse o dorso dela. Fixando meu olhar, disse:

— Confie em mim. Você vai gostar de fazer negócios comigo.

Fiz uma careta ao retirar minha mão do seu aperto e, sem dizer uma palavra, virei-me para a porta.

Enquanto caminhava, podia sentir seus olhos fixos em minhas costas. Quando a porta estava a poucos centímetros de se fechar, sua voz soou, divertida:

— Estarei esperando pela sua ligação, Sydney.

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