Eu me virei rapidamente e olhei para ele. Ele começou a se aproximar, mas eu não hesitei em empurrá-lo com força para longe de mim. Ele ficou parado no lugar. Eu o encarei e falei friamente. — Chega! Eu não quero mais jogar esse jogo de gato e rato com você!
Eu dei um passo à frente e empurrei o peito dele novamente. — Que diabos você quer? — O empurrei de novo. — O que é? Me diz! Esse corpo? — Apontei para mim mesma.
Furiosa e cegamente, com as mãos tremendo, eu desabotoei a camisa que estava usando, mostrando sem vergonha o sutiã de renda que eu estava usando. — Isso é o que você quer?! Tudo bem! Vamos nos esconder como ratos! — Eu me pressionei contra ele.
— Por que você não tem outra mulher na manhã do seu casamento? Vai lá! — Peguei a mão dele e a coloquei na minha bunda. — Faça o que precisa fazer e me tire dessa porra do seu sistema. — Eu fechei os olhos enquanto cuspi no rosto dele. — Tudo o que peço é que tenha a misericórdia de me deixar ir depois de fazer o que quiser com esse corpo!
Mark abriu a boca para dizer algo, mas eu não o deixei falar. Eu segurei o rosto dele com minha palma e forcei meus lábios nos dele.
O beijo foi brutal. Cheio de raiva, dor e desespero. Eu o beijei com tudo o que eu tinha. Despejei toda minha frustração e raiva acumulada de uma vez só. Beijei tão forte que o mordi e senti o gosto de sangue. Mesmo quando fiquei sem ar, não parei. Eu me recusei a soltá-lo até não conseguir mais ficar sem respirar.
Eu me afastei com um grande suspiro, exausta. Me curvei, segurando meu joelho enquanto tentava recuperar a respiração.
Vi Mark se abaixar e pegar a minha camisa... Eu nem percebi que ela tinha caído. Não disse nada enquanto ele se aproximava, me colocava a camisa ao redor e calmamente a abotoava.
Ele me observou por um momento antes de levantar a mão e traçar o polegar nos meus lábios doloridos, limpando o sangue que ainda estava ali.
— Você me deixa louco, Sydney. — Ele disse com a voz rouca, o que me deixou ainda mais irritada por causa do efeito que teve sobre mim. — Eu quero te foder. — Ele disse suavemente. — Não vou mentir sobre isso. Eu quero te ter espalhada na minha frente, quero saborear cada centímetro do seu corpo glorioso antes de me introduzir lentamente em você. — Ele fez uma pausa, seu dedo nos meus lábios parou e seus olhos vaguearam pelo meu rosto. Eu o encarei de volta, minha respiração irregular.
— Eu quero fazer muitas coisas com você e um momento roubado nunca vai ser o suficiente. Eu não quero algo passageiro. Eu quero te foder repetidamente, quero fazer amor com você até o único homem que você pensar ser eu, mas só se você estiver disposta. — Ele deu um leve encolher de ombros. — Não me importo de esperar até você decidir. Eu posso esperar por você. Tenho força de vontade o suficiente para me segurar e não vou te pressionar.
Eu o olhei com desdém. Essa cara realmente é algo. Peguei minha bolsa, lancei-lhe um olhar sujo. — Vai se foder, idiota. — Então me virei e saí da sala.

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