Mark, depois de desejar feliz aniversário ao papai e lhe dar um presente embrulhado que havia comprado para ele, deu um breve adeus a ele e à mamãe e nós saímos. O sorriso do papai continuava vacilando enquanto olhava para eu e Mark.
A viagem de volta para casa foi divertida. Mark nos levou para casa com o carro que trouxe ele e Bella.
Entediada, decidi os provocar. Coloquei a palma da mão sobre o peito.
— Coitada da Bella. — Suspirei, deixando os ombros caírem enquanto me virava para ele. — Como ela vai para casa agora que você saiu com o carro?
Ele não disse nada. A mandíbula dele só permaneceu cerrada enquanto fixava o olhar do lado de fora da janela.
Suspirei novamente.
— Espero que o coração dela não doa tanto quando ela tentar ir para casa ou quando os amigos rirem dela porque o amante a abandonou.
Eu percebi o dedo mínimo dele no dorso da mão que ele pressionou no colo se contorcer.
Eu precisava de mais do que isso. Suspirei, mudando de assunto de repente.
— Agora, não posso ver mais o cara italiano do bar. — Meu peito subiu mais alto enquanto suspirava alto. — Acho que vou ter que me encontrar com ele noutra ocasião.
Mais dedos dele se contorceram, mas essa foi a única reação que consegui até que, eventualmente, me cansei do silêncio dele.
Ao entrar em casa, ele soltando a gravata enquanto caminhava para a sala de estar. Eu, removendo meus saltos e deixando-os balançar nas minhas mãos enquanto o seguia para o cômodo.
O toque agudo de seu celular interrompeu o silêncio calmo.
— Oi. — Sua voz saiu rouca, então ele limpou a garganta e tentou novamente. — Oi... — Houve uma longa pausa enquanto ele ouvia a pessoa do outro lado da linha e então, — Sinto muito por ter saído.
Acordei com o som do meu despertador. Eram 6 horas da manhã. Embora eu não estivesse indo trabalhar nos últimos três anos, meu despertador estava programado para aquele horário. Sempre quis acordar cedo para poder ajudar Mark a se preparar para o trabalho, mas também o ver a sair. Eu gemi sonolenta e minha mão se esticou para parar o som que estava atrapalhando meu doce sono.
Exatamente às 8 horas da manhã, o despertador tocou novamente. O primeiro pensamento que veio à minha mente foi que eu estaria saindo da casa de Mark e que ele também assinaria os papéis de divórcio.
Só o pensamento trouxe um sorriso ao meu rosto. E eu estiquei o meu corpo e desabei de volta na cama, sentindo-me renovada e energizada. Fiquei olhando para o teto. Aquele dia seria um dia longo, mas bom. Mal podia esperar para ver a expressão no rosto dele quando eu jogasse o dinheiro na cara dele.
— Eu estou me mudando hoje. Eu estou me mudando hoje! — Era meu mantra e canção enquanto me preparava para o trabalho. Bati os pés enquanto escovava os dentes, cantando as palavras. Eu acenei a cabeça no ritmo que eu fazia com a boca enquanto rimava as palavras e colocava os sapatos.
Quando saí do meu quarto, completamente vestida e pronta para um dia produtivo, já podia perceber que Mark havia ido. Os empregados não estavam correndo de um lado para o outro, eles realizavam suas tarefas designadas com facilidade.
Não encontrei Grace no trabalho. Tentei ligar para ela, mas não consegui, então decidi esperar até que ela chegasse. Ao longo do dia, não recebi notícia de Grace. Foquei em desenhar as joias de outros clientes enquanto aguardava. No final do dia, já à noite, ela ainda não estava por perto. Eu não tinha paciência para esperar, então fui até o departamento financeiro. Explicaria o resto para ela depois.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Bilionário, Vamos Nos Divorciar
Quero comprar o livro todo, qual valor?...