Epílogo
Narração da autora
— Amor! Pega os sapatos da Thailly, que o Andrew trouxe apenas as meias! — Islanne pede para o Louis, que corre para ajudar a esposa, que agora com duas crianças pequenas, ficou mais difícil, principalmente sem a Edineide que tem a casa dela para administrar, e hoje é a folga da babá.
Louis está sempre atento, gosta de cuidar das crianças, então é tudo muito divertido. Depois de todos aqueles sustos que ele levou, aprendeu muitas coisas sobre a vida, e principalmente sobre a Islanne.
— Lanne, o seu celular está tocando! — Louis pega o aparelho e antes de entregar para a Islanne, olha e se arrepende de ter avisado. — Ué... é o Gregory! — ela se espanta, faz tempo que não fala com ele, e devolve a meia para o Louis.
— Vou atender, segura a Thailly! — ela pega o celular e se surpreende.
— Alô!
— Oi, linda! Como vai a vida de casada?
— Estamos ótimos, Gregory... e você?
— Morando com o boy, menina... tudo de bom!
— Olha... fico feliz!
— Deixa eu te contar uma coisa, acho que é importante!
— Claro, pode falar! — Louis observava tudo.
— É sobre o Leno... ele foi preso por estelionato e lavagem de dinheiro!
— Nossa! Ele foi tão longe?
— Sim. Mas, o que me deixou com raiva foi um cheque que encontraram com ele, estava preenchido no nome do seu pai.
— Como assim? Acha que ele envolveu o meu pai em algum negócio sujo?
— Então... eu sou curioso e fui investigar.
— Me conta, logo!
— Ele ofereceu um valor muito baixo na casa que era da sua mãe, mas o seu pai o recusou. A data é bem próxima de quando você veio para Washington, acredito que o seu pai além de recusar, procurou ajuda, né?
— Sim, isso é bom! Foi quando o Louis o ajudou.
— É isso, eu só achei que deveria saber!
— Obrigada, Gregory!
— De nada, sua fofa! Um beijo!
Islanne e Louis se surpreenderam, mas nem tanto com a notícia. Leno já havia demonstrado ter um mau-caráter, e agora vai pagar por absurdos que fez.
— Tudo pronto? — Louis perguntou.
— Sim, vamos para a casa dos tios babões.
Eles levaram as crianças para visitar o Igor e a Luana, hoje a noite era só deles.
Louis escolheu um passeio diferente. Levou a Islanne até um local alto numa parte mais afastada da cidade, pouco se via do movimento de carros.
Uma barraca improvisada foi colocada, um tapete confortável e aperitivos com um pouco de vinho. Dava para ver muitas coisas de lá, a cidade parecia mais bonita, agora.
— Sabe que prefiro vir aqui, do que muitos lugares tão caros que a gente vai? — Louis comentou, enquanto a envolvia em seus braços.
— Eu sei. O orfanato é o segundo lugar preferido, não é? — ela praticamente afirmou, sorrindo e acariciando a mão dele.
— Não. Você errou as ordens.
— Então me diga! — sorriu.
— O primeiro lugar que prefiro estar é na nossa casa, com você e as crianças. O segundo é em lugares calmos e simples como este, e o terceiro é com todas as crianças que eu puder! — ela o apertou mais forte com as mãos, e colocou o corpo mais perto do dele.
Louis se juntou a ela, cobrindo o seu corpo com o seu, a deitando no chão, e sentiu estar deitado em rosas... o aroma sensacional, misturado com a maciez da pele, facilmente associada a delicadeza das rosas!
Ela respira pesado, e solta o ar vagarosamente, o torturando com a espontaneidade. Pensando agora, que seria melhor fechar a barraca.
Ela deitou nos braços dele e eles ficaram se olhando, ele passou a mão sobre o rosto dela, e ela fechou os olhos para sentir as carícias dele.
Aos poucos começaram os beijos, e eles ficaram ofegantes...
— Eu quero muito estar com você! Me deixa te sentir? Tocar o seu corpo, aqui? — Roçou o nariz na sua bochecha, e foi só ele falar, e ela se sentiu quente. — Não precisamos fazer nada, apenas quero mais intimidade.
— Está bem! Eu também quero te sentir! — Respondeu, e foi beijada por ele. Que automaticamente fechou o zíper da barraca.
Deitados no chão, ele virou de frente para ela, a olhou novamente tocando no seu cabelo, e beijou. Sem pressa, sem fogo, apenas a beijou com carinho, a tocando no rosto, e no cabelo, sentindo a sua pele tão suave.
— Você é tão diferente, Lanne! Gosto do teu jeito, você me encanta! — Falou ele, e aqueceu o coração dela.
— E, você é perfeito! Além do que eu imaginei! — Falou o olhando de perto.
— Que bom...
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Casada por acidente com o CEO
Eu amei o Livro, a Edineide vez uma diferença o humor e importante...
Amei a história, fiquei muito chateada com o Igor, mas ele precisava saber que o amor é realmente é a necessidade de estar perto, de sorrir com a pessoa, de faze-la feliz. Amei o final, Luana precisava ser amada, de sentir que ela era realmente especial pra alguém. Eu me senti a própria Luana, mas meu relacionamento não reatou como a personagem, só segui em frente com alguém que me amava....
Esse livro parece ser muito bom e eu realmente quero ler ele então por favor posta mais...