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Contratando um CEO como Acompanhante romance Capítulo 38

Lúcia Mendes

Ele estava ali, deitado ao meu lado, o rosto virado na minha direção, a respiração calma, e aquele sorriso safado preso nos lábios.

E eu…

Eu já não sabia mais o que estava tentando esconder.

O corpo quente. O pulso acelerado. A lembrança da noite no beco me mordendo por dentro. A voz dele, rouca e provocante, me desarmando como se cada sílaba fosse feita pra me desmontar.

Cansei.

Cansei de fingir que o cheiro dele não mexia comigo. Que o toque dele não me acendia por dentro. Que meu corpo não pedia por ele com uma urgência quase cruel.

Me virei devagar. Nossos olhos se encontraram no escuro. Ele ainda estava ali, esperando. Como se soubesse. Como se quisesse me deixar escolher.

Então eu escolhi.

Me inclinei e o beijei.

Primeiro com vontade. Depois com fome.

Ele reagiu como se estivesse esperando aquilo desde sempre. Suas mãos envolveram minha cintura com força, me puxando de vez pra cima dele. Montei em seu colo, sentindo a firmeza do seu corpo sob o meu, o calor explodindo entre nós. O beijo se aprofundou, molhado, quente, desesperado. Nossas bocas se buscavam como se não houvesse ar e, por um instante, talvez não houvesse mesmo.

Meus dedos se enroscaram no cabelo dele, as unhas arranhando de leve sua nuca. As mãos dele deslizaram pelas minhas coxas até alcançar minha cintura, subindo pelas curvas com uma lentidão calculada. Ele puxou minha jaqueta primeiro, deslizando o tecido pelos meus ombros com uma reverência silenciosa, antes de deixá-la cair no chão da cabine. Em seguida, seus dedos encontraram a barra do vestido. Com um gesto firme e provocante, ele o puxou para cima, centímetros de pele sendo revelados a cada segundo, até que a peça passou pela minha cabeça e caiu ao nosso lado, como se o mundo lá fora tivesse deixado de importar.

Ele me olhou como se estivesse faminto. Como se o corpo dele já soubesse exatamente o que fazer com o meu.

"Você não tem ideia de quantas vezes eu imaginei você assim..." a voz saiu rouca, carregada de desejo. Quis rir da intensidade nos olhos dele, mas... a verdade é que ele não era o único.

"Eu também sonhei com você algumas vezes..." murmurei, arrastando a unha devagar pelo peitoral definido. "Principalmente com esse tórax à mostra. Fiquei imaginando o que você escondia por baixo daquela camisa na primeira vez..."

Meus dedos deslizaram até o botão da calça. Abri com calma, provocando, antes de baixar o zíper e sentir seu membro rígido pulsar contra minha mão. Acariciei com lentidão, firme o suficiente para arrancar um suspiro rouco de sua garganta. Os dedos dele se embrenharam ainda mais nos meus cabelos, puxando com leveza, como se aquilo o mantivesse ancorado à realidade.

"Me conta um desses sonhos..." ele sussurrou, a respiração entrecortada. "O que a gente fazia?"

Abaixei sua calça com um movimento decidido, revelando uma cueca branca justa, moldada perfeitamente ao que ele escondia e que deixava meu corpo inteiro em alerta.

"Você me pegava no escritório..." comecei, a voz mais baixa, mais crua. "Me encostava contra o vidro, com o prédio inteiro funcionando lá embaixo... E levantava meu vestido, me fazendo olhar a cidade enquanto me fodia bem gostoso."

O som que saiu do peito dele foi um gemido rouco, animalesco. Um aviso. Um estouro interno prestes a acontecer.

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